terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Inscrições para curso de férias de alemão estão abertas O curso de férias de alemão, da Casa de Estudos Germânicos da Universidade Federal do Pará (UFPA), está com suas inscrições abertas até o dia 13 de janeiro. São 125 vagas, do primeiro ao terceiro nível. A matrícula pode ser feita por qualquer pessoa que tenha concluído o ensino fundamental e para aqueles que já estudam a língua e querem aproveitar as férias para avançar em seu aprendizado. Os interessados devem procurar a secretaria da Casa de Estudos Germânicos, no horário de 9h às 13h. www.ufpa.br

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Homem se tornou bípede para evitar superaquecimento, diz estudo

Dois cientistas britânicos usaram um punhado de equações para colocar em xeque uma das hipóteses mais aceitas para explicar por que, afinal de contas, os ancestrais da humanidade adotaram a locomoção bípede. Para eles, alguns cálculos simples indicam que é bobagem a ideia de que a postura ereta foi uma forma de evitar o superaquecimento do corpo debaixo do sol africano. Essa estratégia evolutiva só funcionaria se, antes disso, os primeiros hominídeos (os ancestrais do ser humano) virassem macacos sem pelo, coisa que provavelmente só aconteceu depois do surgimento do andar bípede. Graeme Ruxton, da Universidade de Glasgow, e David Wilkinson, da Universidade John Moores em Liverpool, publicaram suas conclusões em edição recente da revista científica americana "PNAS". Editoria de Arte/Folhapress POR DEFINIÇÃO Para os especialistas em evolução humana, andar com dois pés (em vez de usar quatro patas, como os outros primatas) é o que define a linhagem dos hominídeos. É um dos poucos consensos numa área de pesquisa polêmica, na qual ninguém se entende sobre quase nada. Fora o fato do bipedalismo, porém, todo o resto ainda está no ar. Os fósseis mais antigos com indícios dessa característica chegam perto dos 7 milhões de anos, mas há quem questione as credenciais bípedes dos bichos. A característica só aparece de forma mais confiável há 4,5 milhões de anos. E, quando se chega às causas do fenômeno, a coisa fica muito perto de virar um vale-tudo. Sem muitas evidências diretas nas mãos, os bioantropólogos acabaram atirando para todos os lados (veja infográfico). Até uma suposta fase aquática da evolução humana chegou a ser invocada, já que seria mais fácil ficar dentro d'água e atravessar rios e lagoas com a postura bípede. Nem todas as hipóteses são malucas assim. Uma ideia simples e elegante é levar em conta o equilíbrio de calor ligado às diferentes posturas no ambiente em que a postura bípede teria evoluído --para muitos, áreas abertas da África tropical. O raciocínio é que, dependendo da posição do corpo, a luz solar esquenta o sujeito de maneiras diferentes. Por esse critério, ficar em pé debaixo de sol quando se é bípede dá menos calor do que fazer a mesma coisa sendo quadrúpede. O problema é que esse cálculo tinha sido feito de forma estática, com o hominídeo teórico paradão. Os britânicos Ruxton e Wilson refinaram as equações originais, adicionando movimento a elas. E aí a coisa muda de figura, afirmam os autores. Em movimento e debaixo de sol, um hominídeo peludo como os chimpanzés atuais, mas bípede, conseguiria caminhar, no máximo, entre 10 e 20 minutos antes de superaquecer e ter um caso sério de insolação. Por outro lado, um hominídeo com pelos corporais esparsos e glândulas sudoríparas abundantes, como seus descendentes hoje, teria possibilidades bem maiores de dissipar calor e se dar bem com a postura ereta. É por isso que eles concluem que o caminhar com duas pernas em ambiente aberto exigiria o corpo relativamente pelado como pré-requisito. Do contrário, não teria sido favorecido pela seleção natural. A questão, claro, é saber qual dessas características evoluiu primeiro. De novo, as evidências são limitadas. A pista mais direta é meio constrangedora: os piolhos que afetam os pelos pubianos humanos. A linhagem deles existe há 3 milhões de anos. Como os outros grandes macacos não possuem pelos pubianos, imagina-se que foi nessa época que os hominídeos perderam seus outros pelos e ganharam esses. Seja como for, parece ter sido depois da invenção evolutiva do bipedalismo. Resumo da ópera: o jeito de andar característico da humanidade ainda é um mistério evolutivo. http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/1031786-homem-se-tornou-bipede-para-evitar-superaquecimento-diz-estudo.shtml REINALDO JOSÉ LOPES EDITOR DE "CIÊNCIA E SAÚDE"

Amazônia, Atlântico Sul e operações expedicionárias

Já em 1914, Karl Kautsky prognosticou o advento do "ultra-imperialismo", quando anteviu que as grandes potências, de modo semelhante aos conglomerados empresariais, acabariam por formar um "cartel do poder", deixando de competir entre si nas guerras. Os conflitos armados passariam assim a envolver os Estados centrais contra os situados na periferia do sistema mundial de poder. Joseph S. Nye afirma que, no mundo atual, existem três tipos de países: os Estados pobres, fracos e pré-industriais; os Estados industriais modernizantes; e as sociedades pós-industriais. Segundo este autor, o uso da força é comum no primeiro tipo de país e continua sendo aceito no segundo, mas é pouco tolerado no terceiro. Martin van Creveld, por sua vez, afirma que a guerra está passando por grandes mudanças, decorrentes do surgimento das armas nucleares e de destruição em massa. A introdução deste armamento em 1945 tornou a guerra entre grandes potências perigosa demais, e os conflitos militares do futuro seriam "guerras assimétricas" entre os ricos desenvolvidos e os pobres atrasados. Não constitui surpresa o fato de que, desde o fim da Guerra Fria, os principais países ocidentais estejam estruturando suas Forças Armadas para a realização de operações expedicionárias contra países periféricos, em áreas estratégicas conturbadas do mundo. As repercussões deste processo de transformação ainda não foram suficientemente avaliadas no Brasil. As indicações são que, na busca pelo controle das reservas mundiais de petróleo, de jazidas de minérios estratégicos ou até mesmo da água potável do planeta, as grandes potências não hesitarão em empregar seu Poder Militar contra os territórios dos países em que tais recursos naturais estejam localizados. Qual deve ser a resposta dos países emergentes? O desenvolvimento de uma capacidade militar de defesa do território e dos recursos naturais? Esta é a configuração usual do "figurativo inimigo", nas manobras militares dos países centrais que possuem Forças Armadas de tipo expedicionário. Portanto, os países que a adotarem estarão assumindo, por sua própria iniciativa, o papel de adversários (ou alvos) potenciais. A opção por Forças Armadas expedicionárias, por sua vez, não inviabiliza o emprego defensivo destas contra ameaças externas. A capacitação necessária para realizar operações expedicionárias (inclusive de manutenção ou imposição da paz) no exterior também qualifica as Forças Armadas para emprego na defesa do território nacional (mesmo contra ameaças irregulares ou não-convencionais). O Brasil deve desenvolver um Poder Militar com capacidade expedicionária, integrado por Forças Armadas de efetivo modesto (igual ou ligeiramente superior ao atual) dotadas de equipamentos modernos, produzidos no país e preferencialmente desenvolvidos com tecnologia própria. O desenvolvimento de tecnologias de emprego militar é duplamente útil para um país, pois propicia o nível de inovação tecnológico indispensável à manutenção de um parque industrial moderno e atualizado. Além disso, ao adquirir uma significativa capacidade de realizar operações militares no exterior, o Brasil passaria a ser percebido como possível aliado ou parceiro confiável. A atual Política de Defesa Nacional (PDN) aponta a Amazônia e o Atlântico Sul, além dos núcleos de capacitação e poder localizados no Centro-Sul, como áreas prioritárias para nossa defesa. Afirma ainda que o entorno estratégico do Brasil extrapola a América do Sul e a parte ocidental do Atlântico Sul, incluindo a parte oriental deste oceano, assim como a África Ocidental e Meridional e os países de língua portuguesa. Por sua dimensão territorial e pelas longas distâncias envolvidas, a Amazônia pode ser considerada um Teatro de Operações (TO) expedicionário. O mesmo pode ser dito do Atlântico Sul, por onde passa quase todo o comércio exterior e onde se localiza a maior parte das reservas conhecidas de petróleo do Brasil. A Zona de Paz e Cooperação do Atlântico Sul (ZPCAS) foi estabelecida em 1986 pelos 24 países da costa ocidental da África e do litoral atlântico da América do Sul, em busca de integração e colaboração regional. A Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), criada em 1996, reúne os oito países lusófonos: Angola; Brasil; Cabo Verde; Guiné-Bissau; Moçambique; Portugal; São Tomé e Príncipe; e Timor Leste. A opção por um modelo expedicionário de Forças Armadas é coerente com a participação do Brasil em ambas as Guerras Mundiais, assim como em operações de paz sob os auspícios da Organização das Nações Unidas (ONU). Por não possuir ambições hegemônicas, nosso país é freqüentemente solicitado a enviar contingentes de tropa a países conflagrados, a fim de colaborar com o restabelecimento da paz. Seu nível de capacitação nesta área deve ser ampliado. Eduardo Italo Pesce - Especialista em Relações Internacionais e professor no Centro de Produção da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Cepuerj). fonte: http://www.reservaer.com.br/est-militares/indice-introducao.html

Hobsbawm: Revoluções de 2011 "me lembram 1848" - Portal Vermelho


Hobsbawm: Revoluções de 2011 "me lembram 1848" - Portal Vermelho

UFPA de portas abertas para estrangeiros

Iniciamos, nesta segunda-feira, 9, a publicação de mais uma uma série de matérias especiais sobre as diversas atividades que fazem parte do dia-a-dia das unidades da Universidade Federal do Pará e da comunidade acadêmica. A segunda série fala sobre a realidade dos estrangeiros que estudam na UFPA: sonhos, história de superação, dificuldade, o aprendizado de estudantes que vêm de longe pra vivenciar o ensino superior na Amazônia. A seguir a primeira reportagem da série. Boa leitura! Gentil Gael Mayombo Cibasu, jovem universitário de 21 anos, natural da República Democrática do Congo, hoje vive em uma cultura completamente diferente da sua. O estudante veio, há alguns meses, para o Brasil, mais especificamente para a região amazônica, por meio de uma bolsa de estudos do Programa Escola Convênio de Graduação (PEC-G) para estudar Ciências Contábeis, na Universidade Federal do Pará (UFPA). fonte: www.ufpa.br

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

AS FORÇAS ARMADAS NA AMAZÔNIA

O perfil alongado da Amazônia brasileira, avançando para Oeste do território sul-americano, foi construído pela audaciosa e inteligente ação dos pioneiros exploradores portugueses, tão logo efetivou-se a unificação dos reinos de Portugal e da Espanha, tornando sem significado o Tratado de Tordesilhas, que delimitava o território recém-descoberto e concedia aos Lusitanos apenas a faixa litorânea, a Leste do meridiano acordado e que cruzava nosso país de Norte a Sul, tendo aproximadamente a atual cidade de Rio Grande, como seu ponto de referência nas proximidades do Rio da Prata, por onde incursionavam os espanhóis, para a exploração das novas terras a que tinham direito de posse. Unificadas as monarquias ibéricas, em 1580, e com a união dos esforços, a mando dos reis da Espanha, seriam os invasores ingleses e holandeses, que já, àquela época, cobiçavam as riquezas da região, expulsos do delta amazônico em 1616, tendo sido edificado na ocasião o Forte do Presépio, que daria origem à cidade de Belém. A partir dessa fortificação, sucederam-se repetidas explorações fluviais em direção ao interior, tendo os portugueses a chance de avançar pela grande malha hidroviária, povoando pontos estratégicos com militares e organizações religiosas, os quais, recebendo topônimos portugueses, iam cimentando a lusitanidade naquelas remotas paragens. Esses sítios transformaram-se em cidades homônimas de portuguesas, tais como Soure, Bragança, Santarém, Alenquer, Óbidos e muitas outras. Paralelamente consolidaram os limites fronteiriços do território conquistado, implantando um cinturão de fortificações militares, sediadas em Macapá, São Joaquim, São José, São Gabriel, Tabatinga e Príncipe da Beira, entre outras. Para se ter uma idéia da grandiosidade dessa empreitada, basta exemplificar que o Forte Príncipe da Beira, na fronteira com a Bolívia, foi todo edificado em pedra, não constando haver qualquer jazida desse material em um raio de 300 quilômetros. Com a separação dos reinos em 1640, logrou Portugal assumir o direito de domínio da região, valendo-se do princípio do "uti possidetis", consagrado pelo Tratado de Madrid de 1750. Já no império, para a manutenção da nossa soberania face às pretensões francesas naquela área, o governo de D. Pedro II mandou instalar no Rio Araguari a primeira colônia militar brasileira que, do Oiapoque iria estender sua ação até Tabatinga, no outro extremo da fronteira norte(1). Da parte dos espanhóis, priorizando a via de penetração natural do Rio da Prata, foi-se firmando o contorno sul-sudoeste do nosso país, cuja fronteira, de 14.000 quilômetros, sobe majoritariamente desviando-se na direção dos Andes, definindo uma ampla figura triangular, com a base voltada para o Norte, onde a bacia amazônica se limita com o contra forte das Guianas. Com o passar dos anos, enquanto os domínios espanhóis se fragmentavam em regiões independentes, o território conquistado pelos portugueses se consolidava militar e administrativamente, resultando no país continente de que tanto nos orgulhamos, com seus oito milhões de quilômetros quadrados de área, dos quais a Amazônia legal representa mais de 50%, eqüivalendo à área conjunta de todos os países da Europa ocidental. O cenário internacional que se descortinou a partir do final do Século XX, particularmente com a derrocada do império soviético, tornou mais evidente as intenções de dominação dos Estados Unidos, alçado à situação de nação hegemônica, com seu poderio econômico e militar associado a interesses inescrupulosos de Organizações e lideranças influentes que vicejam no contexto das nações industrialmente desenvolvidas, mas que, em busca do poder a qualquer custo, dilapidaram seus recursos naturais e seu meio ambiente. Esse cenário ameaçador impõe urgente mobilização da sociedade brasileira, com vistas à consolidação de posições e ações em defesa dos interesses nacionais e, em especial, da soberania brasileira na região amazônica. Valendo-se da desinformação e manipulando boa parcela da mídia cooptada, interesses alienígenas e seus agentes locais induzem distorções na opinião pública, fragilizando as já modestas e limitadas estruturas de defesa existentes no nosso país. Basta recordar, em passado recente, a campanha difamatória e cheia de inverdades deflagrada por ocasião do lançamento do Programa Calha Norte, na década dos 80, acusado de visar unicamente a militarização da Amazônia. Por falta de uma visão abrangente das condicionantes históricas e dos interesses geopolíticos envolvidos, líderes patriotas e preocupados com a questão nacional foram envolvidos, como massa de manobra, por interesses além fronteiras, que exacerbavam ressentimentos armazenados por ocasião dos governos militares. Passados mais de 30 anos, essas mesmas lideranças, reconhecendo a gravidade das ameaças aos interesses nacionais, agravadas com a influência do narcotráfico, passam a se manifestar cobrando a intensificação das ações programadas para a região. Faltou-lhes entender que o Programa visava, prioritariamente, vivificar a faixa norte do rio Amazonas, especialmente a região fronteiriça, levando a presença do Estado àqueles remotos marcos populacionais, estrategicamente posicionados por nossos antepassados. Por razões diversas, num primeiro momento, somente as Organizações militares atenderam a determinação governamental de mobiliar a região, que gradativamente passa agora a receber representantes dos mais diversos segmentos do poder público. O Exército brasileiro, que em 1949 contava com aproximadamente 1000 homens no então Comando de Elementos de Fronteira, passa a dispor, no atual Comando Militar da Amazônia, sediado em Manaus, com um efetivo aproximado de 22 mil homens e tendo como missão principal guarnecer o arco amazônico de fronteiras, com 11.248 quilômetros, acrescidos de 1.670 quilômetros de litoral(2). Além das operações militares propriamente ditas, cabe ao Exército, na Amazônia, cooperar no desenvolvimento de núcleos populacionais mais carentes, na faixa de fronteira. Assim é que, em todos os pelotões de fronteira funcionam normalmente escolas de primeiro grau e subordinadas ao Comando Militar de Tabatinga temos escolas de primeiro e segundo graus. Na saúde, destacam-se os trabalhos dos postos de saúde e dos hospitais localizados em Belém, Marabá, Manaus, Boa Vista, Porto Velho, Rio Branco, Tefé, São Gabriel da Cachoeira e Tabatinga, nos quais mais de 90% dos atendimentos são dedicados à população civil e indígena. Vale lembrar que os hospitais de São Gabriel da Cachoeira e Tabatinga foram instalados por ocasião do Lançamento do Programa Calha Norte, permanecendo desativados por quase uma década, até que o governo julgou por bem entregá-los ao Exército, para torná-los operacionais. Para assegurar uma infra-estrutura operacional, conta o Exército, na região, com um Grupamento de Engenharia composto de 5 batalhões e uma companhia de engenharia de construção, bem como Comandos Logísticos, sediados em Belém e Manaus. Em toda a área estão desdobradas 4 Brigadas de Infantaria de Selva, cuja estratégia, pelas características próprias da região amazônica, se alicerça em operações não convencionais de longa duração. Da mesma forma, a Marinha e a Aeronáutica, em suas áreas específicas de atuação, completam a estrutura defensiva da região, ao mesmo tempo que oferecem um poder estratégico de dissuasão, visando inibir aventuras além fronteiras. Ao Quarto Distrito Naval e ao Comando Naval da Amazônia Ocidental, sediados, respectivamente, em Belém e Manaus cabe, sinteticamente, patrulhar e defender a vasta malha hidroviária, a foz do Amazonas e o litoral norte, bem como fiscalizar as operações e prover a sinalização para uma segura utilização daquelas preciosas vias de transporte e integração regional, onde atuam cerca de 70 mil embarcações, dos mais variados tipos e tamanhos. Através de seus navios de Assistência Hospitalar, conhecidos na Amazônia como "Navios da Esperança", orgulha-se a Marinha da continuidade do apoio médico-odontológico às populações ribeirinhas, ação cívico-social que se estende da foz do Amazonas até a faixa de fronteira. Os Comandos Regionais da Aeronáutica estão sediados em Belém (Primeiro COMAR) e Manaus (Sétimo COMAR) e as Unidades Aéreas se desdobram pela Amazônia, com as Bases Aéreas de Belém, Manaus, Porto Velho e Boa Vista e um Destacamento de Base, sendo instalado em São Gabriel da Cachoeira. Com a implantação do SIVAM (Sistema de Vigilância da Amazônia), instalações técnicas foram distribuídas em pontos estratégicos para o controle do espaço aéreo, tais como Vilhena, Guajará Mirim, Rio Branco, Porto Velho, Cruzeiro do Sul, Eirunepe, Manicoré, Tefé, São Gabriel da Cachoeira, Boa Vista, Sinop, Jacareacanga, Manaus, Santarém, Tiriós, Macapá, Marabá, São Luiz, São Félix do Xingu, Cachimbo, Conceição do Araguaia e São Félix do Araguaia, com uma rede de radares capaz de monitorar, em futuro próximo, todas as aeronaves sobrevoando a região e, em especial, as fronteiras nacionais. Aeronaves equipadas com sensores radar, capazes de visualizar o solo e os rios cobertos por florestas, bem como o deslocamento de aviões em vôos de baixa altitude, estarão transmitindo informações em tempo real para os Centros Regionais de Vigilância (CRV), instalados em Porto Velho, Manaus e Belém, que processarão os dados sobre meio ambiente, aeródromos ilegais, meteorologia, etc., e, para a Força Aérea, o tráfego aéreo a ser apoiado, controlado e fiscalizado. Para essa hercúlea missão, a Aeronáutica deverá mobilizar um crescente efetivo de aviadores e técnicos, superando a casa de alguns milhares. Em Anápolis, Goiás, estarão sediadas as aeronaves de vigilância do espaço aéreo e de sensoriamento remoto, fabricadas pela EMBRAER. Também de fabricação nacional, atuarão na Amazônia as Aeronaves Leves de Ataque - ALX, equipadas com modernos sistemas de navegação e ataque. Para operações especiais e resgate de tripulações já operam esquadrões de helicópteros, desdobrados em toda a região. A logística é assegurada por aeronaves de transporte leve e pesado, que se valem da extensa rede de aeroportos há anos sendo implementada na região, possibilitando a substituição dos pioneiros hidroaviões da década dos 50, que se valiam dos caudalosos rios para a missão de integração e apoio às organizações militares e às longínquas comunidades. O trabalho de construção de aeroportos em uma região tão especial e de difícil acesso, exigiu da Aeronáutica a criação de modelos especiais de atuação no campo da engenharia, culminando com a criação da COMARA (Comissão de Aeroportos da Região Amazônica) já com 45 anos de existência e tendo deixado sua marca em 150 aeródromos e mais de 70 obras civis, evidenciando a preocupação nacional com a vigilância da maior reserva florestal do mundo, sua significação geopolítica e sua incalculável riqueza em biodiversidade, água doce, fauna e flora e jazidas minerais e de hidrocarbonetos e seu extenso e ainda pouco explorado subsolo. Essa visão, ainda que superficial, da atuação das Forças Armadas na região amazônica deve servir de estímulo e incentivo para uma análise abrangente da Questão Nacional, formando uma consciência no âmbito da sociedade, do imenso acervo que nos foi legado por nossos antepassados e pelo qual temos o dever patriótico de defendê-lo e preservá-lo para as futuras gerações desse nosso país continente, não sendo isto um privilégio das Forças Armadas, mas um dever de toda a sociedade brasileira. As ameaças históricas permanecem vivas e nesse limiar do Século XXI se apresentam sob os mais variados disfarces e com conotações especiais habilmente formuladas por Organismos Internacionais, implantados e manipulados pelo poder hegemônico alienígena, ressaltando em repetidas oportunidades os interesses da humanidade e o direito de usufruto das nossas riquezas naturais. Para a formulação dos Objetivos Nacionais e como fundamento da Questão Nacional, mais do que nunca fazem-se atuais as colocações do saudoso Embaixador Araújo Castro, que em 1971, em Washington, falando aos Estagiários da Escola Superior de Guerra, alertava para uma clara intenção de cerceamento ao desenvolvimento das nações e afirmava que "em várias oportunidades, no cenário das Nações Unidas, perante a Assembléia Geral e perante o Conselho Econômico e Social, o Brasil tem procurado caracterizar o que agora se delineia claramente como firme e indisfarçada tendência no sentido do Congelamento do Poder Mundial. E quando falamos de poder", prossegue o Embaixador, "não falamos apenas de poder militar, mas também de poder político, poder econômico, poder científico e tecnológico". E concluía esse grande expoente da nossa diplomacia: "Nenhum país escapa ao seu destino e, feliz ou infelizmente, o Brasil está condenado à grandeza. A ela condenado por vários motivos, por sua extensão territorial, por sua massa demográfica, por sua composição étnica, pelo seu ordenamento sócioeconômico e, sobretudo, por sua incontida vontade de progresso e desenvolvimento. As soluções medíocres e pequenas não convêm nem interessam ao Brasil. Temos de pensar grande e planejar em grande escala, com audácia de planejamento e isto simplesmente porque o Brasil, ainda que a isso nos conformássemos, não seria viável como país pequeno ou mesmo como país médio. Ou aceitamos nosso destino como um país grande, livre e generoso, sem ressentimentos e sem preconceitos, ou corremos o risco de permanecer à margem da história, como povo e como nacionalidade.". Ten.-Brig.-do-Ar SÉRGIO XAVIER FEROLLA Ministro do Superior Tribunal Militar (1) Professora Therezinha de Castro - Amazônia – Problemática Geopolítica - Conferência na Escola Superior de Guerra (2) Palestra do Comandante Militar da Amazônia, General-de-Exército Luiz Gonzaga Schoroeder Lessa, na Câmara dos Deputados, em 2000. http://www.reservaer.com.br/est-militares/indice-introducao.html

Terrorismo de Estado e a glória do terror em um Atirador dos EUA diz ter matado 255 pessoas: "adorei o que fiz" - Portal Vermelho


Atirador dos EUA diz ter matado 255 pessoas: "adorei o que fiz" - Portal Vermelho

Progep divulga resutados do Papim e Proint

Foram anunciados os contemplados nos editais do Programa de Apoio a Projetos de Intervenção Metodológica (Papim) e do Programa Integrado de Apoio ao Ensino, Pesquisa e Extensão (Proint), divulgados pela Pró-Reitoria de Ensino de Graduação (Proeg) da Universidade Federal do Pará (UFPA). fonte: UFPA.br

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

OS MILITARES NA DEFESA DA AMAZÔNIA

* Manuel Cambeses Júnior, O autor é Coronel-Aviador R/R O processo de desmantelamento das Forças Armadas, segundo os NEOLIBERALISTAS alinhados com a Nova Ordem Mundial, tornou-se evidente a partir do término da bipolaridade. A nova doutrina do Pentágono tenta desviar as Forças Armadas de países latino-americanos de suas nobres funções protetoras de seus Estados, ocupando-as em sustentar uma possível vocação de mobilidade das fronteiras norte-americanas. Tal fato torna-se evidente quanto ao alto nível de aceitação dessas forças, em relação ao ambíguo papel que lhes foi imputado no combate ao narcotráfico e na “diminuição da violência”. A sociedade e os militares sabem que a violência, não somente no Rio de Janeiro, mas no país inteiro, provém principalmente da injustiça social, da concentração de riquezas, do desemprego e dos baixos salários. A entrada de armas pesadas e de tóxicos resulta da inoperância do governo federal. No Brasil, a redução drástica do papel das Forças Armadas atinge níveis altamente preocupantes. Além dos mecanismos impostos pelo novo ordenamento internacional, permanecem latentes, ainda, algumas reminiscências de revanchismo relativas ao longo período que os militares ocuparam o Poder. A desastrosa administração Collor, àquela época, já recebia orientação alienígena sobre a importância do esvaziamento do papel das Forças Armadas, em que pese o engodo de ter promulgado a Lei Complementar 69, de 13 de julho de 1991, que atribuía ao segmento militar importante parcela de participação no desenvolvimento nacional. No momento, a delicada questão de “parcerias”, pleiteada pela Secretaria de Comércio Americano, no que respeita ao monopólio das comunicações e do petróleo, caminha a braços com as propostas de emenda da Constituição. Estes fatos, ao coincidirem com possível monitoração externa da Amazônia – em que se planeja a presença física de tropas na região, sob o torpe pretexto de “proteção” a grupos indígenas – obriga o Brasil a reverter a situação caótica e de penúria das nossas Forças Armadas, antes que seja tarde. Não podemos deixar as nossas Forças Armadas transformarem-se em Milícias Populares, Guarda Costeira e Aviação sem Força, atendendo aos interesses do Primeiro Mundo. Neste ano decisivo para o destino da nação brasileira, em que o segmento militar preocupa-se com a recente criação do Ministério da Defesa, com orçamentos reduzidos, menores do que o recomendável para garantir a manutenção de relativa soberania, o que poderá ocorrer? O seu desmantelamento irreversível, frontalmente contrário ao novo país que tanto almejamos construir. Há que se refletir sobre o esboço de princípio fundamental que a Nova Ordem Mundial apresenta, quanto ao estabelecimento de um “sistema de soberania limitadas” sobre as áreas do planeta e sob os mais variados pretextos, o qual implica na destruição do conceito de Estado Nacional Soberano. Neste cenário, a Amazônia e seus vastos recursos naturais passariam a ser considerados como “Patrimônio da Humanidade”. Ora, as lições extraídas dos lamentáveis acontecimentos ocorridos em Chiapas, no México, aplicam-se perfeitamente em nosso país, dada a relação que guardam com os problemas da Região IANOMANI. Diversos grupos de antropólogos, etnólogos, ecologistas e indigenistas, em comunhão com os “centuriões da Wall Street”, principais articuladores das ONGs, buscam encetar a idéia-força de fragmentação dos Estados. Estes grupos apregoam, cínica e descaradamente, que os atuais Estados devem ser divididos de acordo com rastros raciais e étnicos, de forma a vulnerabilizar a sangria das riquezas nacionais por potências estrangeiras. A demarcação da área IANOMANI, imposta ao então Presidente Collor, após uma negociação com o FMI, causa até hoje grande indignação no meio militar. O subsolo daquela região, além de conter jazidas de ouro, diamante, estanho, cassiterita, zinco, cobre, chumbo e fosfato, detém o privilégio de possuir o RAFIUM e o ITRIUM, minerais de altíssimo valor estratégico. A “COUNTERPUNCH”, conhecida por divulgar documentos comprometedores do “ESTABLISHMENT” revela que o CHASE MANHATAN BANK sugeriu ao governo mexicano a eliminação dos Zapatistas, rebeldes indígenas de Chiapas – região que concentra as maiores reservas de petróleo daquele país – como meio de recuperar a confiança dos investidores. A implementação do “Plano Colômbia”, e a questão IANOMAMI, em conjunto com a enfadonha polêmica de aquisição de equipamentos para o SIVAM e o enfraquecimento do Projeto Calha Norte, merecem uma reflexão profunda. Sob os mantos generosos da ONU, é bem possível que, dentro em breve, os “rambos” resolvam promover “exercícios” na região “enclave”, por eles denominada “Nação Ianomami”. A nação brasileira não deseja, por certo, exaurir cerca de US$ 1 trilhão das reservas minerais da região IANOMAMI, montante suficiente para pagar o equivalente a sete vezes o valor de nossa dívida externa. Não podemos permitir que ocorra a desvalorização do real, semelhante ao que ocorreu com o peso mexicano, e que se expropriem as riquezas da região IANOMAMI, como aconteceu em CHIAPAS. Já estamos escaldados, historicamente, quando promoveram a desnacionalização abismal da moeda brasileira frente à moeda inglesa, acompanhada da espoliação de nosso ouro. O povo brasileiro não quer e não aceita trilhar o episódio de Chiapas. Se necessário for, vamos nos lembrar dos exemplos das guerras do século, travadas na selva (China, Pacífico e Vietnã) que não foram vencidas pelos que dispunham de maior panóplia militar, mas sim pelos que conquistaram o coração e a mente de seus habitantes. O reduzido potencial que ainda resta de nossas Forças Armadas deve permanecer alerta para a Frente Estratégica Amazônica. Neste sentido, torna-se necessário aumentar a quantidade de Organizações Militares naquela área, com contingentes bem armados e treinados. O Brasil deve demonstrar ao mundo que a segurança do território e do espaço aéreo sobrejacente da Amazônia é perfeitamente compatível com a proteção do meio ambiente e o respeito às áreas indígenas. Afinal de contas, a ecologia e o índio constituem-se, inalienavelmente, elementos essenciais de nossa nacionalidade. Preocupemo-nos com a nossa Amazônia antes que seja tarde demais. fonte: http://www.reservaer.com.br/est-militares/mildefesaamazonia.html

Protesto das forças de segurança reúne 12 mil em Barcelona - Portal Vermelho


Protesto das forças de segurança reúne 12 mil em Barcelona - Portal Vermelho

Casa de Estudos Germânicos - Curso de Férias Alemão

Estão abertas as reservas de vagas para o curso de férias de alemão. Inscrição: 02/01 a 14/01, Secretaria da Casa de Estudos Germânicos, das 9h às 13h. Informações: Secretaria da CEG, Campus Profissional, altos do Bloco G. fone » (91)3201-7658/32017795 e-mail » ceg@ufpa.br site » http://www.ufpa.br/ceg

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

O PROJETO SIVAM E A DEFESA DA AMAZÔNIA BRASILEIRA

A desintegração do Leste europeu fez com que a visão das nações ricas do Hemisfério Norte se voltasse para o Sul. Esta nova ótica mundial é perceptível pelos interesses despertados, sob alegação de proteção ambiental, porém visando uma fonte inesgotável de matérias-primas e recursos minerais estratégicos ali existentes. Qualquer observador mais arguto poderá lembrar a extraordinária mobilização da propaganda internacional sobre os problemas da Amazônia que, a partir de 1987, passaram a receber tratamento privilegiado de organizações, organismos, governos, personalidades, mídia e outros segmentos. Estimativas exageradas em relação à extensão das queimadas, afirmações sobre extermínio de índios, matança e tráfico de animais silvestres, problemas de garimpo, poluição dos rios, narcotráfico e militarização da área passaram a fazer parte de um noticiário inteligentemente bem orquestrado e respaldado pela Organização das Nações Unidas. A campanha de utilização da política ambientalista para institucionalizar conceitos de soberania limitada ou restrita é o que se convencionou chamar de "dever de ingerência" sobre países em desenvolvimento, particularmente, aqueles que, como o Brasil, por seu imenso Poder Latente, são detentores de grandes reservas de matérias-primas. A vulnerabilidade estratégica do Brasil, em face do incremento de pressões dessa natureza, foi ampliada por conta de um inexorável alinhamento aos ditames da "Nova Ordem Mundial". No que tange às políticas de meio ambiente, este alinhamento ficou comprovado pela dócil aceitação das pressões para a demarcação da extensa reserva ianomâmi e, mais recentemente, a exemplo da contumaz espalhafatosa atuação da Greenpeace em território brasileiro. No caso específico da Amazônia, assistimos a uma invasão silenciosa de Organizações Não Governamentais, atuando como instrumento de uma verdadeira guerra psicológica, com vultosos recursos de apoio, capazes de mobilizar a opinião pública internacional no sentido de considerar que o desenvolvimento amazônico constitui uma ameaça ao meio ambiente global. Apesar disso, não se pode prever, a priori, uma ameaça militar direta e claramente caracterizada. A recente "Questão do Condor" entre o Peru e o Equador e litígios de fronteira entre Colômbia/Venezuela, Venezuela/Guiana e Guiana/Suriname; a ação da guerrilha colombiana próxima a nossa fronteira e a implementação do "Plano Colômbia", nesse país; a problemática indígena, bem como a presença do enclave francês, no seu Departamento do Ultramar, ao norte do Oiapoque, dão o toque geral da vulnerabilidade na Amazônia. O conhecimento dos problemas da Região Amazônica evidencia a urgência de saná-los, sobretudo por tratar-se de uma região com potencial estratégico avaliado em escala ainda conservadora. É objetivo do Governo não só proteger a Região Amazônica, mas também promover seu desenvolvimento sustentável, considerando os vários aspectos envolvidos entre os quais o social, o econômico e o ambiental. Sabe-se, porém, das dificuldades impostas pela própria natureza e até as limitações com que o governo se depara ao tentar levar a efeito um programa que se contraponha à série de fatores que impedem a prosperidade, de fato, da região. Vindo ao encontro da necessidade de superar os obstáculos ao desenvolvimento da Amazônia, o Sistema de Vigilância da Amazônia (SIVAM) irá auxiliar o Poder Público com maior precisão e continuidade nas informações, possibilitando o planejamento estratégico e a tomada de medidas cabíveis para cada situação, já que pode dispor de recursos tecnológicos avançados, que o orientarão quanto às ações coordenadas mais eficazes na área em questão, mantida a autonomia de cada órgão governamental envolvido. O Poder Aeroespacial Brasileiro tem como uma das principais prioridades o controle, a vigilância e o policiamento de seu espaço aéreo e, em particular, da Região Amazônica e se empenha, enfaticamente, no sucesso do Projeto SIVAM. A Amazônia vem se mostrando uma terra de porvir e, sobretudo, de desafios. O mais imediato deles consiste em controlar de forma eficaz e duradoura, o seu espaço aéreo. Para tanto, as Forças Armadas deverão desenvolver estratégias inteligentes e racionais de modo a enfrentar os óbices e atingir os objetivos colimados e estabelecidos no planejamento da ação política. Muito embora contando com a boa vontade do governo, a crônica falta de recursos disponíveis tem criado muitos obstáculos para que a Força Aérea estabeleça uma política eficaz para a Defesa Aeroespacial da Região Amazônica. A implantação total do SIVAM, dada a premência de que se reveste, já se encontra em estágio relativamente adiantado no que concerne à implementação de equipamentos eletrônicos de vigilância aérea, espraiados por todo o território que o plano geral abrange. Entretanto, face à amplitude e complexidade do projeto, o governo brasileiro tem que reconhecer a imperiosa necessidade de priorizar recursos para a aquisição e manutenção de vetores (aeronaves de interceptação), de modo a viabilizar e agilizar a implementação do Sistema e tornar, portanto, exeqüível, a curto prazo, a defesa aeroespacial daquela região. Ademais, configura-se imperativo para a consecução de uma defesa aeroespacial eficaz, por nossa Força Aérea, que contemos, além dos vetores anteriormente aludidos, com uma legislação consentânea com a nossa realidade (definindo claramente as diversas etapas na consecução da tarefa de interceptação de aeronaves ilícitas); de armamentos adequados e pessoal altamente adestrado e proficiente, além de uma eficiente infra-estrutura aeroportuária, que contemple vários aeródromos da Amazônia, condizentes com os objetivos propostos para a defesa desta vasta, rica e cobiçada região de nosso Brasil. O tema em questão, acima de tudo, é uma questão de soberania. Trata-se de um imperativo geopolítico e como tal deve ser encarado. Preocupemo-nos com a nossa Amazônia, antes que seja tarde demais. Manuel Cambeses Júnior - O autor é Coronel-Aviador da Reserva da Força Aérea.

Igor Felippe Santos: Contradições da 6ª economia do mundo - Portal Vermelho


Igor Felippe Santos: Contradições da 6ª economia do mundo - Portal Vermelho

Listão da UFPA deve ser divulgado até às 10h

A cerimônia de divulgação do listão de classificados no Processo Seletivo 2012 (PS 2012) da UFPA inicia nesta quarta-feira, às 8h, com a reunião da Comissão Permanente de Processos Seletivos da UFPA (Coperps). Logo depois, a coletiva de impressa sobre a divulgação do resultado do concurso será realizada no Centro de Eventos Benedito Nunes (CEBN), Campus Guamá, em Belém. A previsão da UFPA é de que a divulgação da lista de classificados no PS 2012 pelas rádios locais inicie por volta das 9h

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Cientistas afirmam que não existe dilema entre conservar o meio ambiente e produzir alimentos - 13/10/2011

A Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPB) e a Academia Brasileira de Ciências (ABC) divulgaram nesta terça-feira (11) um documento com propostas e considerações sobre as alterações no Código Florestal Brasileiro. As instituições concordam que seja necessário modificar a legislação ambiental, mas defendem que as alterações devam ser feitas "à luz da ciência e tecnologia hoje disponível". O documento ressalta os pontos que o Senado deve atentar no projeto para, segundo afirmam, "corrigir os equívocos verificados na votação da matéria na Câmara dos Deputados". Um dos pontos é o suposto dilema entre a produção de alimentos e a conservação do meio ambiente, defendido por ruralistas. As duas instituições científicas afirmam que esse é um falso dilema e que o Brasil tem vocação agrícola e deve continuar aumentando a produção interna e para exportação, mas precisa fazer isso de forma ambientalmente sustentável. "O Brasil já dispõe de área agrícola suficiente para isso, desde que devidamente tecnificada, e ainda dispõe de área natural suficiente para a conservação/preservação de nosso patrimônio biológico", afirmam. Segundo o estudo "a grande limitação para a expansão da agricultura brasileira é a falta de adequação de sua política agrícola, com tecnificação dos pequenos produtores, políticas de preços agrícolas, incluindo insumos, política de estoques reguladores, infraestrutura de escoamento e armazenamento dos produtos agrícolas etc., e não as restrições ambientais colocadas pelo Código Florestal brasileiro". APPs Outro ponto polêmico no projeto de lei que altera o Código Florestal são as Áreas de Proteção Permanente (APP). A ABC e SPBC defendem que "todas as APPs de beira de curso d'água devam ter sua vegetação preservada e naquelas em que essa vegetação foi degradada elas devem ser integralmente restauradas". O documento critica a proposta que considera que as APPs desmatadas até a data de 22 de julho de 2008, para uso alternativo do solo, sejam definidas como atividades consolidadas. "A maioria dessas APPs foi desmatada em desacordo com a legislação ambiental vigente na época: não há justificativa plausível para adotar a data da publicação da versão mais recente do regulamento da Lei de Crimes Ambientais", afirma. Além disso, a definição dos limites das APPs nas áreas úmidas deve ser calculada a partir do nível mais alto da cheia conforme definição da Convenção de Ramsar (Convenção sobre Zonas Úmidas de Importância Internacional). O documento também não recomenda a inclusão das APPs no cômputo das Reservas Legais, já que "APPs e Rls apresentam estruturas e funções distintas e comunidades biológicas complementares" Leia na íntegra as Propostas e Considerações da Sociedade Brasileira para Progresso da Ciência (SBPC) e a Academia Brasileira de Ciências (ABC) acerca da Reforma do Código Florestal (PLC 30/2011) Fonte: Amazonia.org.br Link: http://www.amazonia.org.br

Reservas internacionais batem recorde de US$ 352 bi - Portal Vermelho


Reservas internacionais batem recorde de US$ 352 bi - Portal Vermelho

Listão da UFPA sai nesta quarta-feira, 4 de janeiro

O resultado final de um dos maiores processos seletivos já organizados pela Universidade Federal do Pará será divulgado nesta quarta-feira, 04 de janeiro, a partir das 8h, no Centro de Eventos Benedito Nunes (CEBN), no campus da UFPA, no bairro Guamá, em Belém. O Listão de classificados será transmitido pelas rádios e estará disponível no site do Centro de Processos Seletivos da UFPA (Ceps) no endereço www.ceps.ufpa.br. fonte: www.ufpa.br

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Militares planeiam defesa da Amazónia brasileira

Diante da nova agressividade do imperialismo, especialmente após a eleição de Bush, as Forças Armadas do Brasil estão a adoptar procedimentos preventivos para o caso de haver uma intervenção militar estrangeira na Amazónia. A preocupação com a defesa da Amazónia permeia toda a instituição militar brasileira, inclusive entre oficiais de formação conservadora. A possibilidade de "uma potência tecnologicamente superior" (sic) tentar a ocupação militar da Amazónia é levada muito a sério. Hoje há consenso de que a defesa da região e do país cabe não só aos militares como a todo o povo brasileiro. Assim, o Exército, a Marinha e a Aeronáutica procuram fortalecer a presença militar na fronteira da Amazónia brasileira (Projecto Calha Norte) e, ao mesmo tempo, começam a pôr em prática uma estratégia de resistência que envolve a participação da sociedade civil. Com esse objectivo foram realizados recentemente dois simpósios sobre "Estratégia de Resistência e Mobilização da Vontade Nacional em Defesa da Amazônia" , em Boa Vista e em Manaus. O terceiro simpósio será dentro em breve, em Belém. Participam desses simpósios representantes da sociedade civil e oficiais generais das três armas, inclusive o Comandante Militar da Amazónia, Gen. Valdésio Guilherme de Figueiredo. A entrevista abaixo foi concedida pelo Gen. Ítalo Fortes Avena, Comandante da 8ª Região Militar, ao jornal "O Liberal" . As suas declarações são extremamente interessantes. Elas mostram o nível de consciência já adquirido pelos militares brasileiros quanto às ameaças latentes que pesam sobre a região amazónica. As perguntas foram formuladas pelo repórter Frank Siqueira, daquele jornal (manteve-se a ortografia brasileira). fonte: resistir.info

Amazônia detém uma das maiores reservas auríferas do mundo

A biodiversidade e as dimensões das florestas não são as únicas riquezas naturais da Amazônia. Com aproximadamente 170 mil km² de extensão pelos maiores estados do Norte, a Província Aurífera do Tapajós é considerada uma das maiores reservas de ouro do mundo. De acordo com estimativas da Secretaria Estadual de Mineração, Geodiversidade, e Recursos Hídricos (SEMGRH), a descoberta de depósitos desconhecidos deve expandir ainda mais a área nos próximos cinco anos. A exploração da área, localizada predominantemente no Pará (Itaituba, Jacareacanga e Novo Progresso) e em pequena parte do sudeste do Amazonas, iniciou no ano de 1958, com produção inicial estimada de 600 toneladas. A atividade atingia, durante as três primeiras décadas de extração, apenas as camadas superficiais das fontes. Dados oficiais do Serviço Geográfico do Brasil (CPRM) de Belém apontam uma produção de 90 toneladas de outro entre 1985 e 1995. Em 2003, o número caiu para 4 toneladas. Já em 2007, a produção garimpeira oficial do local representou 63% do total do Estado do Pará. Atualmente, a SEMGRH calcula que cerca de 60 mil garimpeiros legalizados atuem na Província. Segundo o gerente de geologia e reconhecimento hidrográfico do CPRM de Manaus, Marcelo Almeida, empresas negociam com garimpeiros locais há cerca de cinco anos para a comercialização do mineral. Segundo ele, as companhias pagam subsídios à União e os montantes são revertidos a instituições de pesquisas. As empresas, porém, não estão diretamente ligadas à extração do mineral – pelo menos por enquanto. De acordo com o assessor especial do superintendente do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), Fred Cruz, a empresa Mapex está em processo de análise da área do Paruari, próximo ao município de Maués (AM), para a viabilização de extração mais profunda de ouro. Após a conclusão dos estudos, a empresa deve encaminhar os documentos finais ao Departamento. A partir daí, o DNPM realizará fiscalizações nos locais de pesquisa para confirmar os dados. Mesmo com a comprovação da viabilidade das ações mais profundas, Cruz alertou que nada será autorizado pelo órgão sem a permissão prévia do Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam). Fiscalização No Amazonas, as atividades irregulares na reserva preocupam as autoridades. Em entrevista ao portalamazonia.com, o titular da SEMGRH, Daniel Nava, falou sobre os planos de monitoramento das rodovias Transamazônica (BR-230) e Cuiabá-Santarém (BR-163). “Existem estudos realizados pelas Universidades e Institutos de Pesquisa da Amazônia que caracterizam os impactos da atividade pelo uso inadequado do mercúrio e contaminação de solos, rios, peixes e comunidades ribeirinhas. O Governo do Amazonas deverá realizar, ainda no primeiro trimestre de 2012, vistorias nos municípios de Maués e Apuí, que fazem barreira com os Estados do Pará e Mato Grosso”, explicou. As ações devem contar com o apoio do DNPM, da Policia Federal, do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), do Ipaam e do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). Fonte: JMA-Jornal Meio Ambiente do Portal Amazônia

Mauro Santayana: A sociedade está com a ministra Eliana Calmon - Portal Vermelho


Mauro Santayana: A sociedade está com a ministra Eliana Calmon - Portal Vermelho

Pará pode receber sua quinta universidade federal até 2015

O Pará pode receber sua quinta Universidade Federal nos próximos anos. A criação da Universidade Federal da Amazônia Tocantina (UFAT), a partir dos campi da Universidade Federal do Pará (UFPA) sediados em Abaetetuba, Cametá e Tucuruí, está prevista no Plano de Desenvolvimento Institucional da UFPA para os próximos cinco anos. O projeto ainda está em fase de elaboração, mas já nasce multicampi. A iniciativa ganha força graças as parcerias entre os campi da UFPA envolvidos. Atualmente, Cametá e Abaetetuba já mantêm oferta de cursos de graduação e dois projetos para criação de cursos de pós-graduação em conjunto. Um pólo acaba de ser criado no município de Tomé-Açú, onde um processo seletivo especial ofertou 145 vagas para ingresso em 2012. fonte: www.ufpa.br

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Amazônia brasileira e a migração haitiana para Porto Velho

Geraldo C. Cotinguiba. Porto Velho. Cerca de 5.000 haitianos entraram e estão vivendo no Brasil desde o primeiro trimestre de 2011. As rotas de entrada são as fronteiras entre o Peru e o estado do Acre e também nas divisas de Brasil, Peru e Colômbia, na cidade de Tabatinga, no estado do Amazonas. De Tabatinga os haitianos seguem de barco para Manaus, numa viagem de cinco dias pela bacia amazônica. No Acre, a entrada é pelo município de Assis Brasil, de onde seguem para Brasiléia e daí partem para Rio Branco e Porto Velho. fonte Acritica

Defesa e Armamentos: Semana Espacial no D&A


Defesa e Armamentos: Semana Espacial no D&A: Teste com Veículo Lançador de Satélites

Entidades comemoram proposta que dá 50% do pré-sal para Educação - Portal Vermelho


Entidades comemoram proposta que dá 50% do pré-sal para Educação - Portal Vermelho

Lançado edital do Programa Ciência sem Fronteiras 2012

A Universidade Federal do Pará (UFPA), por meio da Pró‐Reitoria de Pesquisa e Pós‐ -Graduação (Propesp), Pró‐Reitoria de Relações Internacionais (Prointer) e Pró‐Reitoria de Ensino de Graduação (Proeg), divulga o edital para seleção de alunos de graduação da UFPA, no âmbito do Programa Ciência sem Fronteiras 2012. O edital possibilita a realização de estágio “sanduíche” em instituições estrangeiras. As inscrições irão até 15 de janeiro de 2012. O objetivo principal do edital é a formação de recursos humanos altamente qualificados nas melhores universidades e instituições de pesquisa estrangeiras, possibilitando a internacionalização da ciência e tecnologia nacional, estimulando estudos e pesquisas de brasileiros no exterior. fonte: www.ufpa.br

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Governo cria grupo para planejar aparelhamento das Forças Armadas

O Ministério da Defesa vai criar um grupo de trabalho para planejar o aparelhamento das Forças Armadas. A decisão foi publicada nesta terça-feira (20) no "Diário Oficial" da União. A portaria afirma que o grupo tem como finalidade desenvolver ações para a elaboração do Paed (Plano de Articulação e Equipamentos de Defesa) e as diretrizes da Estratégia Nacional de Defesa. Segundo a portaria, o Paed deverá observar uma projeção de vinte anos, a contar de 2012, considerando as seguintes projeções temporais: curto prazo: de 2012 a 2015; médio prazo: de 2016 a 2023; e longo prazo: de 2024 a 2031. Ontem, a presidente Dilma Rousseff disse que pretende investir no aparelhamento e na qualificação das Forças Armadas. Segundo ela, esse investimento é fundamental para diminuir as vulnerabilidades e para que o país possa assumir no cenário internacional a posição que pretende. "O país com o qual sonhamos precisará cada vez mais de Forças Armadas equipadas e qualificadas para o cumprimento de suas atribuições. Um país que pretende ter dimensão internacional tem que ter nas Forças Armadas um exemplo da sua capacidade e da sua competência", disse Dilma. "Uma política de defesa assertiva é necessária ao desenvolvimento econômico e também a uma política externa soberana. Para construir uma grande nação é fundamental dispor de capacidade na defesa dos interesses, pelo mais diversos meios", acrescentou durante a solenidade de apresentação de oficiais-generais recém-promovidos. Outra intenção da presidente é promover maior integração das três Forças, tendo o Ministério da Defesa como articulador institucional. Ela reafirmou a intenção de investir para incrementar a indústria nacional de defesa com o desenvolvimento de tecnologia própria, estratégia que ressaltou na semana passada ao se reunir com o primeiro-ministro francês, François Fillon. fonte: folha.com

Percepção de ameaças (por região) ao Brasil.

Tabela 1 – Percepção de ameaças (por região) Pergunta: Cada pessoa tem uma percepção própria daquilo que possa ser uma ameaça para ela, para sua família, para sua cidade e para seu país, ou seja, cada pessoa possui certos medos. Assim sendo, de quais das seguintes ameaças o(a) Sr(a). tem medo? Fonte: Pesquisa SIPS – Ipea, 2011. Nota: Nesta questão, o entrevistado poderia assinalar mais de uma resposta. Com respeito a possíveis ameaças militares em decorrência de interesses associados à Amazônia brasileira e aos campos de exploração do Pré-Sal – duas porções estratégicas do território nacional –, a pesquisa identificou uma percepção semelhante dos entrevistados quanto estas duas áreas são comparadas, embora a percepção de ameaça militar seja ligeiramente mais elevada em relação à Amazônia brasileira.

Déficit em conta corrente se aproxima de US$ 50 bilhões - Portal Vermelho


Déficit em conta corrente se aproxima de US$ 50 bilhões - Portal Vermelho

Vila Olímpica da UFPA começa a se tornar realidade em 2012

Transformar o Campus III da Universidade Federal do Pará em uma Vila Olímpica, com um novo Ginásio e equipamentos adequados para a prática esportiva e de lazer na Instituição. A ação prevista no Plano de Desenvolvimento Institucional para os próximos cinco anos começa a buscar recursos já em 2012. As políticas para o esporte e o lazer na UFPA e os investimentos na Faculdade de Educação Física, um dos cursos mais concorridos da Universidade, foram temas de uma reunião entre a Reitoria, o Instituto de Educação (ICED), a Faculdade de Educação Física e os estudantes do Centro Acadêmico de Educação Física na manhã desta segunda-feira, 19 de dezembro. fonte: UFPA.br

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Pesquisa apresenta dados sobre criminalidade na UFPA

Apenas 4,84% deles já efetivamente sofreram alguma violência dentro dos muros da Universidade, mas 55% dos estudantes da Universidade Federal do Pará, em Belém, não se sentem seguros dentro do Campus. Os resultados da pesquisa “Diagnóstico da Criminalidade na Universidade Federal do Pará” foram apresentados em coletiva de imprensa, nesta segunda-feira, 19, no Auditório Geral dos Conselhos Superiores (SEGE), no prédio da Reitoria da Universidade. Após a coletiva de imprensa sobre os resultados, o relatório final com todos os dados foi entregue ao reitor Carlos Maneschy. fonte: www.ufpa.br

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Cúpula Social do Mercosul quer Comissão Coletiva da Verdade - Portal Vermelho


Cúpula Social do Mercosul quer Comissão Coletiva da Verdade - Portal Vermelho

Dilma elogia maturidade institucional das Forças Armadas

Presidente destaca necessidade de incrementar a política de defesa nacional 19/12/2011 A presidente Dilma Rousseff participa de almoço de confreternizaçãoo de fim de ano com oficiais-generais das três forças no Clube da Aeronáutica Gustavo Miranda / O Globo BRASÍLIA - Ao discursar na solenidade de promoção de generais, nesta segunda-feira, no Palácio do Planalto, a presidente Dilma Rousseff ressaltou a maturidade institucional das Forças Armadas e disse que os militares devem guardar coerência com as aspirações do povo traduzidas por seus representantes eleitos. - O Brasil de hoje conta com Forças Armadas capacitadas profissionalmente, voltadas ao cumprimento de suas contribuições constitucionais, demonstrando maturidade institucional que foi alcançada, ao longo da nossa história, por nosso país - discursou, para complementar: - Nossos soldados reconhecem seu papel como partícipes de uma política de Estado a política de defesa , que deve guardar perfeita coerência com as aspirações do povo brasileiro traduzidas por seus representantes democraticamente eleitos. Dilma voltou a falar da necessidade de equipar as Forças Armadas, mas não deu detalhes de como e quando isso ocorrerá - a compra de 36 caças está paradas há tempos por questões financeiras, por exemplo. A presidente destacou, porém, a necessidade de incrementar a indústria de defesa nacional. - Uma política de defesa assertiva é necessária ao desenvolvimento econômico e também para uma política externa soberana. Para construir uma grande nação é fundamental dispor de capacidade na defesa dos interesses pelos mais diversos meios, notadamente os dissuasórios - afirmou. Para Dilma, os equipamentos não são um fim em si mesmos, mas são importantes componentes de um sistema que garanta o máximo de eficiência e de interoperabilidade. - Política e economia sempre caminham juntas. Como consignado na Estratégia Nacional de Defesa, defesa e desenvolvimento reforçam-se mutuamente. Para o Brasil é importantíssimo uma Indústria Nacional de Defesa que seja capaz de criar aqui tecnologia própria e, ao mesmo tempo, permitir que aqui se crie toda uma cadeia de agregação de valor. Saibam os senhores oficiais-generais que têm, em mim, uma comandante sempre disposta a contribuir para o grande destino da nação brasileira que estamos construindo juntos fonte: O Globo

Edital para Bolsas de Extensão abre inscrições no dia 13

A Pró-Reitoria de Extensão (Proex), por meio do Edital Proex n° 20/2011, convida a comunidade universitária a enviar propostas para o pleito de bolsas de extensão ao Programa Institucional de Bolsas de Extensão (Pibex 2011/12). Poderão participar, na condição de proponentes, professores e/ou técnico-administrativos de nível superior que fazem parte do quadro efetivo da Universidade Federal do Pará (UFPA). O prazo de inscrição se encerra no dia 13 de janeiro de 2012. fonte: ufpa.br

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Desde o dos anos 1990, o tema da Defesa Nacional tem estado cada vez mais presente nos debates políticos, acadêmicos e econômicos no Barsil. Entre outros exemplos, citam-se: a criação do ministério da defesa, em 1999; a aprovação de uma nova política de Defesa Nacional(PDN), em 2005; criação da associação Brasileira de estudos de defesa(ABED), também em 2005; a elaboração da estratégia Nacional de Defesa(END), em 2008; o processo do Livro Branco de defesa Nacional, ora em curso; e as discussões em torno da revitalização da base industrial de defesa brasileira. Serão publicadas as outras partes pesquisa no blog... acompanhe!!!! fonte: http://www.ipea.gov.br/portal/index.php?option=com_content&view=article&id=12636&Itemid=2

Dilma defende modernização das Forças Armadas junto com indústria - Portal Vermelho


Dilma defende modernização das Forças Armadas junto com indústria - Portal Vermelho

Projeto trabalha história e memória da UFPA no interior

Para mapear a história de algo ou de algum lugar, não basta somente recorrer aos livros, aos documentos oficiais e às fotografias. É preciso, também, voltar-se para a memória oral, ou seja, ouvir as pessoas que estiveram naquele espaço e que contribuíram para a formação do contexto atual. Com esse pensamento é que foi criado o Projeto “UFPA: uma Universidade Multicampi, 25 anos de ensino regionalizado no Pará”. A proposta é trabalhar com a história e memória do processo de implantação dos campi da Universidade, que, em 2011, completa 25 anos. fonte:www.ufpa.br

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

STF decide pela posse de Jader Barbalho no Senado Quarta-Feira, 14/12/2011, 14:11:41 - Atualizado em 14/12/2011, 14:19:10
Jader Barbalho recebeu cerca de 1 milhão e 800 mil votos (Foto: Divulgação) O ministro Cezar Peluso, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), acaba de proferir voto de qualidade e Jader Barbalho (PMDB) poderá assumir sua vaga no Senado Federal. O presidente do STF decidiu não esperar pela posse da nova ministra e aceitou recurso de Jader. O voto de Minerva de Cezar Peluso desempatou o julgamento de novembro, que terminou com 5 votos a favor e 5 contra o peemedebista. Previsto no Regimento Interno do STF, o voto de qualidade estabelece que o presidente pode votar para desempatar julgamentos. Jader Barbalho foi eleito em 2010 com cerca de 1 milhão e 800 mil votos. Sua posse ocorrerá mais de um ano após a eleição. (DOL) Comentário: A quarta do cachorro doido continua pregando peças.....

domingo, 11 de dezembro de 2011

10 itens para reflexão: Análise preliminar sobre o plebiscito no Pará

10 itens para reflexão:
1- Governo Jatene degastado entre o SIM ou NÃO; 2- Base do governo RACHADA na ALEPA; 3- O custo elevado para recompor base aliada de Jatene; 4- Um Estado divido na cultura, econômico, na política, etc, 5- Um Estado insuficiente para cobrir com politicas públicas todas as regiões do Estado; 6- Surgimento de novas lideranças no campo eleitoral; 7- Isolamento político da capital em relação sul e oeste; 8- Magoas e recentimento depois do plebiscito; 9- Continuidade da crise na educação, saúde, saneamento, assistência social no Estado, etc. 10- Custo e benefícios da disputa entre as elites, e as consequências para população desta terra;

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Plebiscito no Pará opõe Belém a interior

Às vésperas do plebiscito que verificará, no próximo dia 11, a opinião dos moradores do Pará sobre o desmembramento do Estado em até três partes, a população paraense já está, na prática, dividida. Enquanto na capital, Belém, vozes contrárias à separação predominam, no sul e no oeste do Estado, onde podem ser criados respectivamente os Estados de Carajás e Tapajós, muitos defendem o desmembramento. A campanha contrária à divisão diz que a medida empobreceria o que restasse do Pará e só beneficiaria políticos dos novos Estados; já os partidários da separação afirmam que ela facilitaria a gestão de regiões muito distantes da atual capital e ampliaria os recursos destinados a essas áreas. Se levada a cabo, a divisão reduziria o Pará a 17% de seu território, segundo estudo do Idesp (Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará), autarquia ligada ao governo estadual. Porém, o Estado conservaria 64% de sua população, de cerca de 7,5 milhões de habitantes. Tapajós e Carajás, por sua vez, ocupariam 59% e 27% da área do Estado e abrigariam 15% e 21% de sua população, respectivamente. Segundo pesquisa do instituto Datafolha divulgada no último dia 25 de novembro, mais de 60% dos moradores do Pará rejeitam a divisão do Estado. O "não" tem o apoio de mais de 80% dos moradores do que restaria do Pará, ao passo que a separação é defendida por 78% dos habitantes de Carajás e 74% dos residentes em Tapajós. Caso seja criado, Tapajós teria quase metade de seu território ocupado por reservas indígenas ou florestais, incluindo a região do Xingu, onde o governo pretende construir a usina hidrelétrica de Belo Monte. O Estado do Carajás, de ocupação mais recente, teria a mineração como principal atividade econômica - hoje, a Vale explora na região a maior jazida de minério de ferro do mundo, em Paraupebas. No plebiscito, em 11 de dezembro, os moradores do Estado terão de opinar separadamente sobre a criação de cada uma das unidades. Se a proposta for aprovada, a Assembleia Legislativa do Pará terá de elaborar e votar um parecer sobre o assunto, que será encaminhado ao Congresso. A proposta, então, seria submetida a senadores e deputados e precisaria ser aprovada com maioria absoluta em ambas as Casas. Em seguida, caberia à presidente Dilma Rousseff sancionar ou vetar a medida. Exemplo de Tocantins Líder do movimento pela separação de Carajás e cotado como candidato ao governo do Estado em caso de secessão, o deputado Giovanni Queiroz (PDT) diz se inspirar no desmembramento do Estado de Goiás, que deu origem ao Tocantins, em 1988. Segundo ele, a divisão permitiu que o Tocantins aprimorasse sua gestão e reduzisse seu índice de miséria de 56% para 23%. Queiroz afirma ainda que, antes da divisão, Tocantins tinha só 100 km de estradas estaduais asfaltadas. "Hoje, são mais de 6 mil km. O Pará tem cinco vezes o tamanho de Tocantins, cinco vezes a população de Tocantins, e só 4.800 km de rodovias estaduais pavimentadas." Para o deputado federal Lira Maia (DEM), que chefia a frente pela separação de Tapajós, a divisão resultaria em maiores repasses de verbas federais aos novos Estados. Hoje, diz ele, a região do Tapajós recebe apenas 5% de todos os investimentos feitos no Pará, valor insuficiente para sanar as carências locais. Maia afirma ainda que o movimento pela separação de Tapajós é uma aspiração histórica da região, existente há 150 anos, e que visa garantir que ela explore todo o seu potencial econômico. Segundo ele, a região tem mais de 1 milhão de hectares que poderiam ser aproveitados pela agropecuária sem prejuízo ambiental e almeja se tornar um polo turístico, por abrigar algumas das áreas mais exóticas e preservadas da floresta amazônica. Maia rejeita o argumento de que a criação de dois Estados favoreceria desproporcionalmente a região Norte no Congresso, já que resultaria na criação de três cadeiras no Senado para cada nova unidade. "São Paulo tem hoje 70 deputados federais, muito mais do que todos os Estados da Amazônia, que têm 56. E a Amazônia, com todo o incômodo que causa ao mundo, precisa ter mais representatividade." 'Parazinho' Já o deputado federal Zenaldo Coutinho (PSDB), líder do movimento contrário à separação, afirma que a mudança prejudicaria o novo Estado do Pará. "O Pará viraria o 'Parazinho', com todas as suas riquezas subtraídas", afirma. O argumento ecoa pelas ruas de Belém: dezenas de moradores da cidade consultados sobre o plebiscito pela BBC Brasil citaram a perda de recursos como um dos principais motivos para votar "não". Coutinho diz ainda que, ao contrário do que argumentam os partidários da divisão, a medida não melhoraria a gestão das regiões. "Se tamanho reduzido gerasse eficiência administrativa, Alagoas seria sinônimo de eficiência. E não é." Segundo ele, "a divisão atende a meia dúzia de políticos com pretensão de se tornarem governadores, senadores e deputados e que não o conseguem." Embora admita a necessidade de intensificar os investimentos no interior do Estado, ele atribui a distribuição insuficiente de receitas ao modelo tributário brasileiro, que desonera exportações. Hoje, graças a suas reservas minerais, o Pará é o segundo Estado que mais contribui com as exportações brasileiras. No entanto, como a lei Kandir, de 1996, isenta da cobrança de ICMS (Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) produtos voltados à exportação, a atividade rende poucas receitas aos cofres do Estado, segundo Coutinho. Ele afirma que, em 2010, a mineração gerou R$ 330 milhões ao Estado; caso a cobrança de ICMS incidisse sobre a atividade, ele calcula que os valores somariam R$ 1,580 bilhão. Deficit Coutinho cita ainda em favor da manutenção das fronteiras do Estado um estudo do economista Rogério Boueri, do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), órgão ligado à Presidência da República. O estudo afirma que, caso Tapajós e Carajás sejam criados, gerariam um deficit anual somado de R$ 1,8 bilhão, já que suas receitas não cobririam os custos de manutenção das máquinas estaduais. Os gastos, diz Boueri, teriam de ser cobertos pelo governo federal. Além disso, o economista afirma que o Pará, hoje com as contas equilibradas, passaria a ter um deficit anual de R$ 800 milhões. O economista menciona ainda como argumento contrário à separação a existência de 12 outros projetos de emancipação pelo país, como os que pretendem criar os Estados de Gurgueia, no Piauí, e do Rio São Francisco, na Bahia. Cada novo Estado, segundo ele, criaria um gasto adicional de R$ 1 bilhão aos cofres públicos. "Não dá para ser favorável a Tapajós e Carajás e não apoiar a criação dos outros Estados." FONTE: BBC brasil http://noticias.uol.com.br/bbc/2011/12/05/plebiscito-no-para-opoe-belem-a-interior.jhtm

#OcupeBrasília: Estudantes acampam por 10% para educação - Portal Vermelho


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Inscrições abertas para o Programa de Mobilidade Acadêmica Santander

Estão abertas, até esta quarta-feira, 7, as inscrições para o Programa de Mobilidade Acadêmica Regional do Santander. O programa é destinado a estudantes efetivamente matriculados em curso regular de graduação da Universidade Federal do Pará. As inscrições estão sendo realizadas na Pró-Reitoria de Ensino de Graduação (Proeg), localizada no 2º andar do prédio da Reitoria da Universidade Federal do Pará, no bairro Guamá, em Belém, A bolsa para Mobilidade Acadêmica Regional terá validade de um semestre para estudos nas seguintes universidades: UFPA (Universidade Federal do Pará), UFAM (Universidade Federal do Amazonas), UNIR (Fundação Universidade Federal de Rondônia), UFT (Universidade Federal de Tocantins), UNIFAP (Universidade Federal do Amapá), UFRA (Universidade Federal Rural da Amazônia), UFRR (Universidade Federal de Roraima) e UFOPA (Universidade Federal do Oeste do Pará), e a UFAC. fonte: www.ufpa.br e http://noticias.universia.com.br/destaque/noticia/2011/11/24/891682/ufac-e-banco-santander-recebem-inscrices-programa-amazonia-2020.html

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Debate do plebiscito na RBA: O vice lider do Governo

No debate da RBA algo de interesse foi ver os 4 debatedores com níveis bem diferente do mais fraquinho ao mais qualificado, teve um momento dava vontade de rir, e logo depois, surgia a preocupação a quem interessava a baixaria no debate, é por essa conclusão, que o Deputado João Salame se destacou sobre o demais em buscar qualificar o debate e sendo mais esquerda do que PT, PCdoB e PSOL juntos, "Ora meus Amigos" Hélio Gueiros, O governo Jatene ao determinar o debate deveria se levado urgentemente ao PSM da 14 sem ambulância e sem médico....hahahahhahahah...

Debate do plebiscito na RBA: OS ALVOS

Numa excelente iniciativa da RBA ocorreu na noite de ontem o debate do plebiscito, um debate esquentado por acusações, demagogismo explicito, e apelos emotivos e racionais ao "Povo" desta terra,"o palavra POVO é doce na boca de político demagogo". "Ora meus amigos" como dizia o saudoso Hélio Gueiros, as principais vitimas do debate foi o governo do Estado e PSDB, eita "Lei Kandir" do diabos que tira o dinheiro do Pará, "meus amigos" hahahhahaah....