ILC - Cursos Livres de Língua Estrangeira da UFPA (1º semestre de 2011)
Informações:
fone » 3201-7524
e-mail » cursoslivres@ufpa.br, clle@ufpa.br
site » http://www.cursoslivresonline.com.br/docs/EDITAL-2011.pdf
Estudo de Defesa e Relações Internacionais - E D R I, busca aprofundar no estado do Conhecimento em Defesa Nacional e Relações Internacionais no debate entre diversas opiniões da área com uma perspectiva teórico-estratégico referenciado no desenvolvimento dos fatos atuais acesse: https://www.facebook.com/groups/defesanaamazonia/.
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quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Encontro Regional de História da ANPUH-PA
IFCH - Encontro Regional de História da ANPUH-PA: Ensino de História - Saberes, Práticas, Debates e Pluralidades na Amazônia
Observação: Durante o Encontro, serão feitos lançamentos de livros e assembleias da ANPUH.
Realização: até 17 de dezembro de 2010.
Informações:
site » http://WWW.ufpa.br/ifch
Observação: Durante o Encontro, serão feitos lançamentos de livros e assembleias da ANPUH.
Realização: até 17 de dezembro de 2010.
Informações:
site » http://WWW.ufpa.br/ifch
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
Eleição do CACS - NOVEMBRO 2010
Em uma eleição em que 3 chapas disputaram a direção do CACS.
chapa 1(de oposiçao)em 1°
chapa 3(chapa alinhada)em 2°
chapa 2(situação)em 3°
Houve um momento importe o debate que chamou atenção dos discente do curso.
chapa 1(de oposiçao)em 1°
chapa 3(chapa alinhada)em 2°
chapa 2(situação)em 3°
Houve um momento importe o debate que chamou atenção dos discente do curso.
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
IFCH - Simpósio e Seminários de História
IFCH - Simpósio e Seminários de História
III Simpósio Internacional da Associação Nacional de História, VII Encontro Regional de História e III Encontro Paraense de Estudantes de História.Realização: de 13 a 17 de dezembro 2010, no campus da UFPA/Pavilhão B.
Inscrição: abertas pelo email anpuh.pa06@gmail.com ou no Bloco B.
Informações:
site » http://www.ufpa.br/ifch/
III Simpósio Internacional da Associação Nacional de História, VII Encontro Regional de História e III Encontro Paraense de Estudantes de História.Realização: de 13 a 17 de dezembro 2010, no campus da UFPA/Pavilhão B.
Inscrição: abertas pelo email anpuh.pa06@gmail.com ou no Bloco B.
Informações:
site » http://www.ufpa.br/ifch/
IFCH - Simpósios de Geografia
IFCH - Simpósios de Geografia
Eventos: V Simpósio Internacional de Geografia Agrária e VI Simpósio Nacional de Geografia Agrária.
Realização: 7 a 11 de novembro de 2011, na UFPA.
Informações:
fone » (91) 3201-8194
e-mail » ppgeo@ufpa.br
site » http://singa2011.ufpa.br/
Eventos: V Simpósio Internacional de Geografia Agrária e VI Simpósio Nacional de Geografia Agrária.
Realização: 7 a 11 de novembro de 2011, na UFPA.
Informações:
fone » (91) 3201-8194
e-mail » ppgeo@ufpa.br
site » http://singa2011.ufpa.br/
ICJ - I Fórum de Direitos Humanos e Cidadania
ICJ - I Fórum de Direitos Humanos e Cidadania
Obs: Os estudantes que participarem receberão 20 horas de atividades complementares.
Realização: 6 de dezembro de 2010, no Auditório do ICJ (UFPA).
Informações:
site » http://www.cadel.net.br/p/inscricoes-i-forum-de-dh-e-cidadania.html
Obs: Os estudantes que participarem receberão 20 horas de atividades complementares.
Realização: 6 de dezembro de 2010, no Auditório do ICJ (UFPA).
Informações:
site » http://www.cadel.net.br/p/inscricoes-i-forum-de-dh-e-cidadania.html
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
Suspeita de Fraude na eleição do DCE - UFPA
Uma Eleição com suspeita de fraude em lista de presença em alguns cursos com assinaturas idênticas, e votações extremas com diferenças absurdas de votação entre as chapas, foram alguns indícios que marcaram os números de 53% para CHAPA 2 e 47% chapa 1.
domingo, 28 de novembro de 2010
A "viagem" de Nonato
CONTO: A "viagem" de Nonato
AUTOR: Augusto Cleybe - PSEUDÓNIMO: Cuiú da Miruca
Revisão: Hellen Ribon
O corredor excessivamente iluminado conduzia aquele jovem com uma sensação de frio razoável. Nonato seguia pelo corredor com inicio de tremedeira, mas não era de frio e sim de angústia nervosa que percorria seu corpo. Em suas mãos o cartão de embarque já em parte molhado de suor, sentia uma energia estranha que provocava medo e vontade de voltar atrás e esquecer aquele momento.
Porém, ao chegar à porta do avião, Nonato se depara com a aeromoça que orientava os passageiros para o embarque. Linda, de feição suave e olhos verdes, Nonato de cabeça semi-baixa e olhando com a parte de cima dos olhos, mais escutando que vendo diretamente a aeromoça.
Antes de seguirmos cabe aqui uma informação, Nonato oriundo da vila do céu no interior da cidade de Soure, na Ilha do Marajó, acostumado a jogar futebol com os amigos no campinho com uma bola velha e dura, por isso seu apelido “chuta-coco” por ter um chute forte e certeiro, e quando não perdoava chutava de bico, com pés largos e dedos grossos, parecido com pés de tracajá. Tenha como trejeito timidez, que beirava na “lharga” do absurdo, chegava até se encolher e ficar mudo e catatônico. A aeromoça de jeito suave se dirigir ao Nonato:
- Boa noite Senhor, posso ajudá-lo?
Com um silêncio sepulcral, Nonato só balança a cabeça de cima para baixo positivamente, a aeromoça repete:
- Boa noite Senhor, posso ajudá-lo?
Nonato entrega o bilhete de passagem e diz:
- Moça qual é minha cadeira?
A aeromoça com um leve sorriso, segurando uma risada maior devido à “mancada” do jovem, diz:
- Meu senhor o seu assento é o de 9b a sua direita;
Tudo aquilo era novidade para Nonato, um jovem de fisionomia baixa, cabeça chata, da cor do rio amazonas, cheio de “tuira”, de nariz largo e grande e costumado a enfrentar as dificuldades da vida como o búfalo do Marajó com firmeza, seriedade e força, mas com alegria contagiante, que naquele momento teimava a se esconder no seu íntimo.
Nonato segue pelo corredor da aeronave até seu assento, quando se depara ao chegar ao assento com uma senhora dourado com “blazer” de cor prata e cabelo loiro com jeitos finos e delicados sentará ao seu lado.
Nonato se senta e coloca sua sacola no meio da perna, e tenta relaxar no exato momento em que as luzes de emergências orientam a apertar os cintos. Nonato não percebe os avisos e segue sem apertar o sinto, mas aperta as mãos freneticamente e desconfortavelmente no assento. A aeromoça chegar e aperta o sinto do Nonato, foi daí que Nonato começa a sentir um mal estar no estomago como se borboletas voassem constantemente em sua barriga.
O Jovem marajoara reagindo ao mal estar na barriga tenta se soltar, ousando de força e sem jeito, não consegue se libertar do sinto, foi quando a senhora de “blazer” ao seu lado, diz:
- Posso ajudar? É só fazer isso!
Com um único dedo, a senhora de “blazer” toca no sinto e solta o marajoara. Nonato mudo até esquece a dor de barriga e, ao sair, a aeromoça pede para que ele volte para o assento. O comandante do avião comunica que a aeronave começa a taxiar e pede com toda tranqüilidade que permaneçam em seus assentos.
Nonato começa a suar frio e segurar com firmeza no assento. A senhora de “blazer” até se afasta para o lado da janela, no sentido de dar mais espaço para o jovem que não disfarçava seu descontrole. Nesse intervalo a aeronave coloca-se na cabeceira da pista e inicia sua decolagem.
Ao fechar os olhos, levantar a cabeça e segura firmes os braços do assento. O marajoara relembra o nervosismo que teve na prova do vestibular no campus da UFPA em Soure. Nem se compara aquilo que sentia no momento; foi quando no impulso feito pelo avião, o jovem começa a ter convulsões.
Ao demonstrar que poderia vomitar, a senhora de “blazer” reage e procura atendê-lo para evitar o pior. Mas foi inevitável, Nonato se fecha, mas consegue segurar o vomito e vomita sobre a senhora de “blazer” que tentava atendê-lo... O “blazer” de cor prata tomou várias cores com pontos rosados, escuro e uma textura pastosa com cheiro pouco agradável.
Nonato desmaia, mas não era nada, apenas mais um sonho que começa a ser repetitivo cada vez mais que se aproxima a aula magna na UFPA, depois da sua aprovação no vestibular e as comemorações com a família e os amigos da ilha, aprovado na modalidade de COTAS dentro política afirmativa no último vestibular no qual temia ser discriminado por isso, pois foi aprovado num curso dito de elite, e não sabia como seus futuros colegas e a Instituição de Ensino Superior poderiam lidar com essa novidade.
AUTOR: Augusto Cleybe - PSEUDÓNIMO: Cuiú da Miruca
Revisão: Hellen Ribon
O corredor excessivamente iluminado conduzia aquele jovem com uma sensação de frio razoável. Nonato seguia pelo corredor com inicio de tremedeira, mas não era de frio e sim de angústia nervosa que percorria seu corpo. Em suas mãos o cartão de embarque já em parte molhado de suor, sentia uma energia estranha que provocava medo e vontade de voltar atrás e esquecer aquele momento.
Porém, ao chegar à porta do avião, Nonato se depara com a aeromoça que orientava os passageiros para o embarque. Linda, de feição suave e olhos verdes, Nonato de cabeça semi-baixa e olhando com a parte de cima dos olhos, mais escutando que vendo diretamente a aeromoça.
Antes de seguirmos cabe aqui uma informação, Nonato oriundo da vila do céu no interior da cidade de Soure, na Ilha do Marajó, acostumado a jogar futebol com os amigos no campinho com uma bola velha e dura, por isso seu apelido “chuta-coco” por ter um chute forte e certeiro, e quando não perdoava chutava de bico, com pés largos e dedos grossos, parecido com pés de tracajá. Tenha como trejeito timidez, que beirava na “lharga” do absurdo, chegava até se encolher e ficar mudo e catatônico. A aeromoça de jeito suave se dirigir ao Nonato:
- Boa noite Senhor, posso ajudá-lo?
Com um silêncio sepulcral, Nonato só balança a cabeça de cima para baixo positivamente, a aeromoça repete:
- Boa noite Senhor, posso ajudá-lo?
Nonato entrega o bilhete de passagem e diz:
- Moça qual é minha cadeira?
A aeromoça com um leve sorriso, segurando uma risada maior devido à “mancada” do jovem, diz:
- Meu senhor o seu assento é o de 9b a sua direita;
Tudo aquilo era novidade para Nonato, um jovem de fisionomia baixa, cabeça chata, da cor do rio amazonas, cheio de “tuira”, de nariz largo e grande e costumado a enfrentar as dificuldades da vida como o búfalo do Marajó com firmeza, seriedade e força, mas com alegria contagiante, que naquele momento teimava a se esconder no seu íntimo.
Nonato segue pelo corredor da aeronave até seu assento, quando se depara ao chegar ao assento com uma senhora dourado com “blazer” de cor prata e cabelo loiro com jeitos finos e delicados sentará ao seu lado.
Nonato se senta e coloca sua sacola no meio da perna, e tenta relaxar no exato momento em que as luzes de emergências orientam a apertar os cintos. Nonato não percebe os avisos e segue sem apertar o sinto, mas aperta as mãos freneticamente e desconfortavelmente no assento. A aeromoça chegar e aperta o sinto do Nonato, foi daí que Nonato começa a sentir um mal estar no estomago como se borboletas voassem constantemente em sua barriga.
O Jovem marajoara reagindo ao mal estar na barriga tenta se soltar, ousando de força e sem jeito, não consegue se libertar do sinto, foi quando a senhora de “blazer” ao seu lado, diz:
- Posso ajudar? É só fazer isso!
Com um único dedo, a senhora de “blazer” toca no sinto e solta o marajoara. Nonato mudo até esquece a dor de barriga e, ao sair, a aeromoça pede para que ele volte para o assento. O comandante do avião comunica que a aeronave começa a taxiar e pede com toda tranqüilidade que permaneçam em seus assentos.
Nonato começa a suar frio e segurar com firmeza no assento. A senhora de “blazer” até se afasta para o lado da janela, no sentido de dar mais espaço para o jovem que não disfarçava seu descontrole. Nesse intervalo a aeronave coloca-se na cabeceira da pista e inicia sua decolagem.
Ao fechar os olhos, levantar a cabeça e segura firmes os braços do assento. O marajoara relembra o nervosismo que teve na prova do vestibular no campus da UFPA em Soure. Nem se compara aquilo que sentia no momento; foi quando no impulso feito pelo avião, o jovem começa a ter convulsões.
Ao demonstrar que poderia vomitar, a senhora de “blazer” reage e procura atendê-lo para evitar o pior. Mas foi inevitável, Nonato se fecha, mas consegue segurar o vomito e vomita sobre a senhora de “blazer” que tentava atendê-lo... O “blazer” de cor prata tomou várias cores com pontos rosados, escuro e uma textura pastosa com cheiro pouco agradável.
Nonato desmaia, mas não era nada, apenas mais um sonho que começa a ser repetitivo cada vez mais que se aproxima a aula magna na UFPA, depois da sua aprovação no vestibular e as comemorações com a família e os amigos da ilha, aprovado na modalidade de COTAS dentro política afirmativa no último vestibular no qual temia ser discriminado por isso, pois foi aprovado num curso dito de elite, e não sabia como seus futuros colegas e a Instituição de Ensino Superior poderiam lidar com essa novidade.
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
MANIFESTO
MANIFESTO
Nós do Coletivo Bloco A, discentes da FCS/IFCH/UFPA, em pleno exercício de nossas atividades acadêmicas no curso. Manifestamos a comunidade acadêmica e em especial aos colegas do curso que ora observam ou atuam na eleição que ocorrerá nos dias 29 e 30 de novembro, para nova diretoria do Centro Acadêmico de Ciência Sociais - CACS.
É importante o debate sobre o regime de composição da nova diretoria do CACS, os princípios da majoritariedade e da proporcionalidade, guardando as vontades, emoções, paixões e parcialidade que envolve as diversas tomadas posições políticas no curso fazer parte de um todo.
“CULTURA” POLITICA
Nós do Coletivo Bloco A, compreendermos que a “cultura” política que desenvolveu o princípio da proporcionalidade durante várias gestões produziu um saber em torno de busca por cargos do CACS atrelados aos partidos, tão somente para marcar posição política ultra-esquerdista, como conseqüência o uso da estrutura do CACS para os interesses desses partidos em detrimento aos interesses acadêmicos e dos alunos no Curso.
PARTICIPAÇÃO
Por outro lado, a participação e manifestação dos estudantes nos curso independente a ocupar uma vaga na diretoria do CACS, podemos nós manifestar, influencia e contribui mesmo estando fora da diretoria, a prova disso é o COLETIVO SALA LIVRE e outro coletivo que atuam no curso.
EFEITO DANOSO
O efeito danoso da proporcionalidade foi deslocar o debate da vida acadêmica de dentro das salas para dentro do CACS. Conchavos, acordos e conflitos nas reuniões das gestões, deixaram o dilema de dirigir o CACS ou tratar os conflitos criados pela minoria.
RESPEITO A PROPORCIONALIDADE
Afirmamos com todas as letras que as posições das minorias existentes no curso são um patrimônio importante da pluralidade acadêmica e defendemos que isso seja respeito nesse debate, mas devemos estar atentos ao uso do discurso em defesa das minorias como uma panacéia que esconde os interesses ganancioso por cargos ou ostentação do titulo de diretor do CACS para satisfazer as direções partidárias fora da Universidade.
MILITANCIA PARTIDARIA
Por outro lado, não ignoramos a presença relevante de militantes de partidos no curso que contribuiem para que o curso não descambe para o OBSCURANTISMO TEÓRICO E ACADEMICO, porém pela natureza dos conteúdos desses colegas militantes é preciso um comportamento ético-político na gestão do CACS, não devemos utilizar o CACS para os interesses financeiros, estruturais, produção de matérias, e etc.
DEBATE CRÍTICO E O ESTATUTO DO CACS
Propormos um debate mais crítico sobre a proporcionalidade que seja sério, produtivo e conseqüente, com ampla participação dos estudantes do curso. A estatuto e regimento do CACS que a atual grupo(pstu) que dirige e possuem membros na chapa 2, não fez nada para finalizar ESTATUTO deixado pela gestão “Agora falando Sério".
25/11/2010
C O N T I N U A ...
Nós do Coletivo Bloco A, discentes da FCS/IFCH/UFPA, em pleno exercício de nossas atividades acadêmicas no curso. Manifestamos a comunidade acadêmica e em especial aos colegas do curso que ora observam ou atuam na eleição que ocorrerá nos dias 29 e 30 de novembro, para nova diretoria do Centro Acadêmico de Ciência Sociais - CACS.
É importante o debate sobre o regime de composição da nova diretoria do CACS, os princípios da majoritariedade e da proporcionalidade, guardando as vontades, emoções, paixões e parcialidade que envolve as diversas tomadas posições políticas no curso fazer parte de um todo.
“CULTURA” POLITICA
Nós do Coletivo Bloco A, compreendermos que a “cultura” política que desenvolveu o princípio da proporcionalidade durante várias gestões produziu um saber em torno de busca por cargos do CACS atrelados aos partidos, tão somente para marcar posição política ultra-esquerdista, como conseqüência o uso da estrutura do CACS para os interesses desses partidos em detrimento aos interesses acadêmicos e dos alunos no Curso.
PARTICIPAÇÃO
Por outro lado, a participação e manifestação dos estudantes nos curso independente a ocupar uma vaga na diretoria do CACS, podemos nós manifestar, influencia e contribui mesmo estando fora da diretoria, a prova disso é o COLETIVO SALA LIVRE e outro coletivo que atuam no curso.
EFEITO DANOSO
O efeito danoso da proporcionalidade foi deslocar o debate da vida acadêmica de dentro das salas para dentro do CACS. Conchavos, acordos e conflitos nas reuniões das gestões, deixaram o dilema de dirigir o CACS ou tratar os conflitos criados pela minoria.
RESPEITO A PROPORCIONALIDADE
Afirmamos com todas as letras que as posições das minorias existentes no curso são um patrimônio importante da pluralidade acadêmica e defendemos que isso seja respeito nesse debate, mas devemos estar atentos ao uso do discurso em defesa das minorias como uma panacéia que esconde os interesses ganancioso por cargos ou ostentação do titulo de diretor do CACS para satisfazer as direções partidárias fora da Universidade.
MILITANCIA PARTIDARIA
Por outro lado, não ignoramos a presença relevante de militantes de partidos no curso que contribuiem para que o curso não descambe para o OBSCURANTISMO TEÓRICO E ACADEMICO, porém pela natureza dos conteúdos desses colegas militantes é preciso um comportamento ético-político na gestão do CACS, não devemos utilizar o CACS para os interesses financeiros, estruturais, produção de matérias, e etc.
DEBATE CRÍTICO E O ESTATUTO DO CACS
Propormos um debate mais crítico sobre a proporcionalidade que seja sério, produtivo e conseqüente, com ampla participação dos estudantes do curso. A estatuto e regimento do CACS que a atual grupo(pstu) que dirige e possuem membros na chapa 2, não fez nada para finalizar ESTATUTO deixado pela gestão “Agora falando Sério".
25/11/2010
C O N T I N U A ...
sábado, 16 de outubro de 2010
PARFOR
PARFOR - Conferência Formação de Educadores da Educação Básica
Palestrante: Professor Dr. João Carlos Teatini, Diretor de Educação Básica Presencial da Capes/Mec.
Realização: 27 de outubro de 2010, às 9h, no Auditório do CAPACIT do Campus Guamá.
Inscrição: Docentes da UFPA, principalmente os que já ministram aulas no Parfor são convidados a participar da Conferência, inscrevendo-se no e-mail: parforufpafreire@gmail.com.
Informações: Assunto: “O Parfor no contexto das Políticas Públicas da Capes para a Formação de Educadores da Educação Básica”.
Palestrante: Professor Dr. João Carlos Teatini, Diretor de Educação Básica Presencial da Capes/Mec.
Realização: 27 de outubro de 2010, às 9h, no Auditório do CAPACIT do Campus Guamá.
Inscrição: Docentes da UFPA, principalmente os que já ministram aulas no Parfor são convidados a participar da Conferência, inscrevendo-se no e-mail: parforufpafreire@gmail.com.
Informações: Assunto: “O Parfor no contexto das Políticas Públicas da Capes para a Formação de Educadores da Educação Básica”.
Seminário no IFCH
IFCH - Seminário discute a Precarização do Trabalho e a Mundialização do Capital
Palestrante: Prof. Giovanni Alves (UNESP/MARILIA).
Realização: 19/10/10, às 15, no Auditório do IFCH.
Inscrição: no e-mail: mariaanglicaa@gmail.com.
Palestrante: Prof. Giovanni Alves (UNESP/MARILIA).
Realização: 19/10/10, às 15, no Auditório do IFCH.
Inscrição: no e-mail: mariaanglicaa@gmail.com.
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Aliança PCdoB – PSOL
A Aliança PCdoB-PSOL foi flagrada na Eleição 2010, o namoro vem de longe, desde que o PCdoB apoiava o Edmilsom na prefeitura de Belém, então PT, agora apesar das diferenças PCdoB – PSOL se aproximam visando a vitoria de anbos no dia 3 (domingo), Edmilson 50123(estadual) teve que se render ao CAPTOU do Fenômeno Jorge Panzera 6565(federal), além disso, fontes dos lados indicam que a aliança eleitoral poderá ter desdobramentos mirando a prefeitura de Belém em 2012.
Continua....
sábado, 4 de setembro de 2010
A novidade
A outra ala do curso(graduação) de Ciência Sociais, entenda do Candidato Edmilsom Rodrigues ...lembram, procura se diferenciar do grupo(PSTU) majoritário do CACS, se aproximando do PT, PCDOB, PPS, indenpedentes....e MULTICULTURALISTAS.....
continua...
continua...
os oportunistas mostram suas armas....
A ala ultra-revolucionária do curso(graduação) de ciência sociais pra não deixar seu DNA sem uso, vendo a oportunidade de sair do isolamento provocada pela postura contra a professora Denise e professor Alberto na eleição do IFCH, aproveitou o racha dentro da FCS, polsa de aliada, coisa sinistra...
Continua....
estamos atentos...
Continua....
estamos atentos...
Limpeza acêmica com de fascimo na FCS
Foi dado início a mais um processo de limpeza dentro da Faculdade de Ciência Sociais como sempre não ficou sem reação, o pedido foi feito unilateralmente... sem conversa ou dialogo. tipo do exercicio absurdo poder egocentro na "torre de marfim".
continua,....
estaremos atentos...
continua,....
estaremos atentos...
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
Os acadêmicos tucanos, quem diria, retrocederam 300 anos
26 de Agosto de 2010 - 17h43
Os acadêmicos tucanos, quem diria, retrocederam 300 anos
A crise na campanha de Serra e a possibilidade de vitória de Dilma no primeiro turno provoca uma reviravolta política e transtorna as cabeças pensantes ligadas ao PSDB.
Por José Reinaldo Carvalho
Deve ser duro ser tucano nos dias que correm, inclusive quando é cientista político e professor.
Um a um todos os planos do PSDB e seus adeptos estão a esvair-se vão transformando-se em pó e cinza. As desmedidas ambições de poder que acalentaram antes da campanha e ainda no início desta sofrem sucessivas adaptações.
Do plano de recuperar o governo central perdido em 2002 com a primeira eleição de Lula, os tucanos discutem agora planos menores, com o que resta do antigo PFL, a direita mais reacionária, e do PPS, agremiação também em destroços, de linha política oportunista, mas com um sentido claro de caudatária do neoliberalismo e do neoconservadorismo.
Querem salvar determinados redutos, confusamente falam em vencer em Goiás, São Paulo, Paraná e Minas Gerais, mas o sinal amarelo foi aceso com a pesquisa Datafolha que acaba de ser publicada, dando conta de que Dilma adentra em redutos antes considerados inexpugnáveis pelo tucanato e já virou o jogo em São Paulo.
Previsões são sempre arriscadas, mas não restam dúvidas de que com a vantagem que a candidata da coligação Para o Brasil Seguir Mudando abre por toda a parte, é de supor que os candidatos tucanos de Minas e São Paulo vão enfrentar duros embates eleitorais.
Muito embora as dificuldades de uma campanha para destronar uma corrente política no poder há quase 30 anos, se se toma como marco inicial a eleição de Franco Montoro em 1982, as chances de levar o embate entre Mercadante e Alckmin para o segundo turno começam a parecer reais.
Pesa enormemente a favor do candidato petista a participação maciça do presidente Lula na campanha, do que se beneficiam também os candidatos ao Senado, Netinho de Paula (PCdoB) e Marta Suplicy (PT).
Outra frente de adaptação da campanha tucana refere-se à batalha por cadeiras na Câmara dos Deputados e no Senado. Contas começam a ser refeitas e estratégias são reelaboradas num quadro de salve-se quem puder. Setores inteiros do PSDB pernambucano migram da candidatura de Jarbas Vasconcelos, seu aliado de primeira hora, para a do governador Eduardo Campos, do PSB, um dos esteios da candidatura de Dilma no Nordeste, com reeleição garantida. No Amazonas, em desesperada corrida para evitar a derrota perante a candidata comunista Vanessa Grazziotin, do PCdoB, o senador peessedebista Arthur Virgílio Neto, que num dos seus histriônicos arroubos declarara que ia dar uma “surra no Lula”, esconde o nome de Serra de sua campanha.
Tudo isso para não falar do evidente corpo mole dos governadores Geraldo Alckmin (SP) e Aécio Neves (MG), empenhados apenas em salvar os seus projetos pessoais e disputar depois a condução de “líder” da oposição a Dilma.
O eleitor brasileiro parece já estar acostumado a esses vaivéns e compreende bem o “nó” que atou a campanha tucana.
O curioso e inusitado são os “nós” nas cabeças pensantes de setores da academia brasileira ligados ao tucanato. Chegam a ser hilárias as explicações que alguns doutos senhores, cientistas políticos de escol, com diplomas de pós-graduação em universidades estrangeiras e titulares de cátedras de ciência política em nossas melhores universidades, tentam encontrar, em exercício de malabarismo mental, para o fenômeno que se acha em curso na formação da consciência política do povo brasileiro.
Resistentes a concordar com que o Brasil mudou nos últimos 8 anos, alcançando importantes conquistas nos planos político, econômico, social e da política exterior, esses professores encontram explicação para a tendência do eleitorado de votar pela continuidade do governo Lula na “sensação de bem-estar” do povo. Fez lembrar um ex-governador tucano, que diante do aumento vertiginoso da criminalidade no Pará durante a sua gestão, dizia que havia uma “sensação de insegurança”.
O professor falava da “sensação de bem-estar” do povo, durante uma entrevista radiofônica, seguida por um boletim meteorológico que avisava sobre a distância entre a temperatura e a sensação térmica. O ouvinte deve ter ficado um pouco transtornado entre saber se o povo estava vivendo melhor ou apenas se sentindo melhor e sobre que roupa pôr diante do hiato entre a temperatura real e a sensação térmica.
Trivialidades à parte, o que se observa é que a onda avassaladora da campanha de Dilma, que ameaça esfarelar os planos da oposição conservadora e neoliberal, está levando um setor da ciência (!) política brasileira a retroceder três séculos e buscar inspiração no Bispo anglicano Berkeley, idealista subjetivo e empirista, talentoso escritor e filósofo do século 18. Ele não aceitava que as ideias representam alguma coisa diferente delas próprias. Berkeley achava que só existiam ideias e sensações. Ele não aceitava o fato tão natural de que as ideias e as sensações são representações da realidade.
Assim, os nossos cientistas políticos tucanos estão tendo uma recaída ao idealismo subjetivo, retrocedendo três séculos, para encontrar explicações plausíveis aos fenômenos em curso na vida política brasileira, uma realidade que se impõe e que não querem aceitar nem aturar.
Os acadêmicos tucanos, quem diria, retrocederam 300 anos
A crise na campanha de Serra e a possibilidade de vitória de Dilma no primeiro turno provoca uma reviravolta política e transtorna as cabeças pensantes ligadas ao PSDB.
Por José Reinaldo Carvalho
Deve ser duro ser tucano nos dias que correm, inclusive quando é cientista político e professor.
Um a um todos os planos do PSDB e seus adeptos estão a esvair-se vão transformando-se em pó e cinza. As desmedidas ambições de poder que acalentaram antes da campanha e ainda no início desta sofrem sucessivas adaptações.
Do plano de recuperar o governo central perdido em 2002 com a primeira eleição de Lula, os tucanos discutem agora planos menores, com o que resta do antigo PFL, a direita mais reacionária, e do PPS, agremiação também em destroços, de linha política oportunista, mas com um sentido claro de caudatária do neoliberalismo e do neoconservadorismo.
Querem salvar determinados redutos, confusamente falam em vencer em Goiás, São Paulo, Paraná e Minas Gerais, mas o sinal amarelo foi aceso com a pesquisa Datafolha que acaba de ser publicada, dando conta de que Dilma adentra em redutos antes considerados inexpugnáveis pelo tucanato e já virou o jogo em São Paulo.
Previsões são sempre arriscadas, mas não restam dúvidas de que com a vantagem que a candidata da coligação Para o Brasil Seguir Mudando abre por toda a parte, é de supor que os candidatos tucanos de Minas e São Paulo vão enfrentar duros embates eleitorais.
Muito embora as dificuldades de uma campanha para destronar uma corrente política no poder há quase 30 anos, se se toma como marco inicial a eleição de Franco Montoro em 1982, as chances de levar o embate entre Mercadante e Alckmin para o segundo turno começam a parecer reais.
Pesa enormemente a favor do candidato petista a participação maciça do presidente Lula na campanha, do que se beneficiam também os candidatos ao Senado, Netinho de Paula (PCdoB) e Marta Suplicy (PT).
Outra frente de adaptação da campanha tucana refere-se à batalha por cadeiras na Câmara dos Deputados e no Senado. Contas começam a ser refeitas e estratégias são reelaboradas num quadro de salve-se quem puder. Setores inteiros do PSDB pernambucano migram da candidatura de Jarbas Vasconcelos, seu aliado de primeira hora, para a do governador Eduardo Campos, do PSB, um dos esteios da candidatura de Dilma no Nordeste, com reeleição garantida. No Amazonas, em desesperada corrida para evitar a derrota perante a candidata comunista Vanessa Grazziotin, do PCdoB, o senador peessedebista Arthur Virgílio Neto, que num dos seus histriônicos arroubos declarara que ia dar uma “surra no Lula”, esconde o nome de Serra de sua campanha.
Tudo isso para não falar do evidente corpo mole dos governadores Geraldo Alckmin (SP) e Aécio Neves (MG), empenhados apenas em salvar os seus projetos pessoais e disputar depois a condução de “líder” da oposição a Dilma.
O eleitor brasileiro parece já estar acostumado a esses vaivéns e compreende bem o “nó” que atou a campanha tucana.
O curioso e inusitado são os “nós” nas cabeças pensantes de setores da academia brasileira ligados ao tucanato. Chegam a ser hilárias as explicações que alguns doutos senhores, cientistas políticos de escol, com diplomas de pós-graduação em universidades estrangeiras e titulares de cátedras de ciência política em nossas melhores universidades, tentam encontrar, em exercício de malabarismo mental, para o fenômeno que se acha em curso na formação da consciência política do povo brasileiro.
Resistentes a concordar com que o Brasil mudou nos últimos 8 anos, alcançando importantes conquistas nos planos político, econômico, social e da política exterior, esses professores encontram explicação para a tendência do eleitorado de votar pela continuidade do governo Lula na “sensação de bem-estar” do povo. Fez lembrar um ex-governador tucano, que diante do aumento vertiginoso da criminalidade no Pará durante a sua gestão, dizia que havia uma “sensação de insegurança”.
O professor falava da “sensação de bem-estar” do povo, durante uma entrevista radiofônica, seguida por um boletim meteorológico que avisava sobre a distância entre a temperatura e a sensação térmica. O ouvinte deve ter ficado um pouco transtornado entre saber se o povo estava vivendo melhor ou apenas se sentindo melhor e sobre que roupa pôr diante do hiato entre a temperatura real e a sensação térmica.
Trivialidades à parte, o que se observa é que a onda avassaladora da campanha de Dilma, que ameaça esfarelar os planos da oposição conservadora e neoliberal, está levando um setor da ciência (!) política brasileira a retroceder três séculos e buscar inspiração no Bispo anglicano Berkeley, idealista subjetivo e empirista, talentoso escritor e filósofo do século 18. Ele não aceitava que as ideias representam alguma coisa diferente delas próprias. Berkeley achava que só existiam ideias e sensações. Ele não aceitava o fato tão natural de que as ideias e as sensações são representações da realidade.
Assim, os nossos cientistas políticos tucanos estão tendo uma recaída ao idealismo subjetivo, retrocedendo três séculos, para encontrar explicações plausíveis aos fenômenos em curso na vida política brasileira, uma realidade que se impõe e que não querem aceitar nem aturar.
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
"Conluio com a MTV /PSTU"
Blog do Tiago Ventura
Música, política, cultura, movimento sociais e movimento estudantil
PSTU x MTV. Mera coincidência II
com um comentário
A pouco tempo da hora em que publico essa postagem assisti ao debate promovido pela MTV e dirigido pelo músico Lobão acerca do Novo Enem lançado ano passado pelo Governo Federal. Diversas entidades foram convidadas, entre elas, a UBES e a ANEL.
Minha opinião sobre o ENEM já foi publicizada neste blog e em outras atividades que participei pela UNE, por isso não irei repiti-lá. Sobre a ANEL, faço questão de frissar minha opinião: entidade com pouca representação na base, fortalece o divisionismo e o sectarismo no movimento social, por isso renegada ao isolamento político.
A ANEL serve somente para setores da direita atacarem entidades históricas no movimento social. Por isso foi convidada ao debate. E lá cumpriu o papel a que se dispõe. Mas, de tudo isso eu já sabia. Ou seja, não descobri por conta do debate na MTV.
O que não sabia é da entrada do PSTU na produção do programa da MTV. Foi realmente um espanto descobrir isso. Foi uma das noites mais longas dos últimos dias.
Além de conseguirem o convite para a ANEL participar do debate, encaixaram a ex-coordenadora geral do DCE da UFMG e atualmente dirigente nacional do PSTU como representante dos estudantes na mesa. Ou seja, a ANEL tinha duas pessoas na mesa em conluio com a MTV.
Minhas conclusões: Ou o PSTU faz acordo com a MTV ou foi uma mera coincidência.
Escrito por Tiago Ventura
25/08/2010 às 4:02
Publicado em Uncategorized
Música, política, cultura, movimento sociais e movimento estudantil
PSTU x MTV. Mera coincidência II
com um comentário
A pouco tempo da hora em que publico essa postagem assisti ao debate promovido pela MTV e dirigido pelo músico Lobão acerca do Novo Enem lançado ano passado pelo Governo Federal. Diversas entidades foram convidadas, entre elas, a UBES e a ANEL.
Minha opinião sobre o ENEM já foi publicizada neste blog e em outras atividades que participei pela UNE, por isso não irei repiti-lá. Sobre a ANEL, faço questão de frissar minha opinião: entidade com pouca representação na base, fortalece o divisionismo e o sectarismo no movimento social, por isso renegada ao isolamento político.
A ANEL serve somente para setores da direita atacarem entidades históricas no movimento social. Por isso foi convidada ao debate. E lá cumpriu o papel a que se dispõe. Mas, de tudo isso eu já sabia. Ou seja, não descobri por conta do debate na MTV.
O que não sabia é da entrada do PSTU na produção do programa da MTV. Foi realmente um espanto descobrir isso. Foi uma das noites mais longas dos últimos dias.
Além de conseguirem o convite para a ANEL participar do debate, encaixaram a ex-coordenadora geral do DCE da UFMG e atualmente dirigente nacional do PSTU como representante dos estudantes na mesa. Ou seja, a ANEL tinha duas pessoas na mesa em conluio com a MTV.
Minhas conclusões: Ou o PSTU faz acordo com a MTV ou foi uma mera coincidência.
Escrito por Tiago Ventura
25/08/2010 às 4:02
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terça-feira, 24 de agosto de 2010
IFCH - Pós-Graduação em Geografia promove Curso de Extensão
IFCH - Pós-Graduação em Geografia promove Curso de Extensão
Curso: "Geomorfologia e Pedologia em Áreas de Manguezais e Zonas Úmidas Subcosteiras"; Ministrante: Profª Drª Maria Thereza da Costa Prost.
Realização: 13/09/10, das 14h às 18h, no Auditório do IFCH.
Inscrição: gratuitas, até o dia 30/08/2010, das 9h às 15h.
Informações: na Secretaria do Programa de Pós-Graduação em Geografia .
fone » 3201.8194
e-mail » ppgeo@ufpa.br
Curso: "Geomorfologia e Pedologia em Áreas de Manguezais e Zonas Úmidas Subcosteiras"; Ministrante: Profª Drª Maria Thereza da Costa Prost.
Realização: 13/09/10, das 14h às 18h, no Auditório do IFCH.
Inscrição: gratuitas, até o dia 30/08/2010, das 9h às 15h.
Informações: na Secretaria do Programa de Pós-Graduação em Geografia .
fone » 3201.8194
e-mail » ppgeo@ufpa.br
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