quinta-feira, 30 de junho de 2011

Debate do CORECON sobre o Separatismo na UFPA parte 1




Acontece agora na auditório central da UFPA o debate sobre a divisão do Pará, com a presença do Dep. Fed. Geovani Queiroz, Lira Maio, Arnaldo Jordy e substituido o Zenaldo Coutinho o senhor Sergio Couto, vale ressaltar a importante iniciativa do CORECON na realização do debate. Estaremos em outros momentos no blog, dissertando sobre o calor do debate...


continua...

IFCH - II Módulo do minicurso "Conversas sobre Cinema e Filosofia"




Realização: 30 de junho de 2011, às 9h30.
Informações: Para mais informações, clique no link abaixo.
site » http://www3.ufpa.br/multicampi/TempAscom/2parte.pdf

quarta-feira, 29 de junho de 2011

PCdoB-Pará é contra a divisão do Estado







Deputados apostam que a população não aprova divisão do Pará - Portal Vermelho

De saída do PV, Marina libera aliados para migrar a outras siglas - Portal Vermelho




De saída do PV, Marina libera aliados para migrar a outras siglas - Portal Vermelho

A pergunta que não calar: "E agora José, José para onde, E agora Marina ?" Direita ou Esquerda ou CAPOTAR na CURVA?

Congresso: 652 parlamentares, apenas 1 pós-doutor



Eduardo Suplicy é o único parlamentar com pós-doutorado num parlamento em que apenas pouco mais de 8% dos deputados e senadores têm mestrado ou doutorado

Não poderia ser diferente, essa situação reflete uma sociedade que pouco valoriza a educação, ou até mesmo é constatação de que as elites acadêmicas possui um preconceito com a política, em suma, preciso de Rei filosofo ou outro nordeste que valorize a EDUCAÇÃO.


Fonte: http://congressoemfoco.uol.com.br/noticia.asp?cod_canal=21&cod_publicacao=37562

terça-feira, 28 de junho de 2011

Bases militares estadunidenses ameaçam a Paz



Evento em Honduras denuncia bases militares como fator de guerra - Portal Vermelho

FANATISMO RELIGIOSO da Dep. HOMOFÓBICA Miryan Rios (PDT-RIO)

Video: http://www.youtube.com/watch?v=1J_m0DLIEMc

Mais um vez o fanatismo religioso se manifesta com uma virulência inexplicável, a religião Cristão(todas), teve seu seus momentos de gloria na igualdade entre os homens contra a escravidão na Roma antiga e na Europa medieval quando Lutero provocou uma reforma no seio da Religião Católica, hoje representam um obstaculo ao avanço civilizatório da humanidade.

http://www.youtube.com/watch?v=1J_m0DLIEMc

PROEX - Lançamento da segunda edição da Revista Tucunduba



Neste edição há onze ensaios, participação dos Campi e um artigo inédito do escritor Vicente Salles, sobre José Veríssimo e a Modernidade.
Realização: 30 de junho de 2011, às 18h, no Centro de Eventos Benedito Nunes.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Blog do Tsavkko participará do Encontro Nacional do #BlogPr...



Blog do Tsavkko participará do Encontro Nacional do #BlogPr...: "A cabou que a Mayara do Mayroses , Niara do Pimenta com Limão , Amanditas do Nós e eu resolvemos participar do Encontro dos Blog..."

Vereador de Tucurui é contra a Divisão Blog Guto Magalhães




Ver. Tom: "Eu tenho posição firmada com relação a isso. Eu sou contra a divisão do Estado do Pará" SEGUNDA-FEIRA, 27 DE JUNHO DE 2011

O debate sobre a divisão do Estado do Pará continua e daqui pra diante a tendência é que os discursos se inflamem ainda mais. Trago agora a opinião do vereador de Tucuruí e sindicalista atuante na área da educação, Tom Bonfim (PT). Nascido em 1974 na cidade de Capanema, no nordeste paraense, migrou para Tucuruí em 1986, sendo eleito para seu primeiro mandato de vereador nas eleições de 2008. Em entrevista com o vereador, repeti a mesma pergunta que fiz aos outros entrevistados: você é a favor da divisão do Pará? Com a palavra Tom Bonfim:

Ver. Tom Bonfim

"O que está no imaginário é que é fundamental dividir pra vida melhorar e essa não é uma verdade. Vamos imaginar o tamanho do Brasil. Será que teríamos que dividir o Brasil também?"

fonte: http://gutomagalhaes.blogspot.com/

Marina Silva deve anunciar saída do PV na terça-feira, 28 - Portal Vermelho


Marina Silva deve anunciar saída do PV na terça-feira, 28 - Portal Vermelho

Pós-Graduação em Antropologia realiza seminário e workshop



Seminário em Literatura, Antropologia e Darwin e Workshop em Literatura, Antropologia e Darwin.
Realização: dias 21, das 13h30 às 17h (seminário) e 22 de julho de 2011, das 13h30 às 17h30, no auditório Paulo Cavalcante, no Campus de Pesquisa do Museu Emílio Goeldi - Belém, Pará.
Inscrição: por meio digital, sendo necessário enviar um email contendo o nome para o e-mail lit.anth.and.darwin@gmail.com, e responder ao formulário gerado por esta inscrição inicial.

Informações: Pequeno evento de carater internacional, com a participação de Instituições de Portugal, Coreia do Sul e Brasil.
site » http://literatureanthropologydarwin.blogspot.com/

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Égua sumano até que foi encontrado o relatório do IPEA sobre a Divisão



Fonto: http://www.ipea.gov.br/sites/000/2/tds/TD_1367.pdf

Socorro Gomes: "América Latina tem vocação para a paz" - Portal Vermelho



Socorro Gomes: "América Latina tem vocação para a paz" - Portal Vermelho

ALEPA aprova Expressões Paraenses


Foi aprovado em primeiro turno ontem na AL o projeto de lei que torna espressões do falar paraense parte do patrmônio cultural imaterialdo Estado. O projeto consagra os populares "pai d'égua", "égua", "levou o farelo", "mas-como-então?","tuira" e outros.

Fonte: RD repórter diário (qua - 22/06/11)

programa Memória Musical



Nesta sexta (24), às 17h, no programa Memória Musical, conheça a vida e a obra de RAUL SEIXAS. Um dos pioneiros do rock brasileiro, Raul formou seu primeiro grupo musical aos 12 anos de idade.

fonte: http://www.radio.ufpa.br/

terça-feira, 21 de junho de 2011

Para onde vai o Fórum Social Mundial?



Reunidos em Paris no fim de maio, os representantes das organizações membros do Conselho Internacional (CI)do Fórum Social Mundial refletiram sobre o futuro do FSM num novo contexto, marcado pela emergência dos movimentos populares nos países árabes. Em função de tudo isso, é permitido esperar que um FSM na Tunísia ou no Cairo em 2013 venha a ter um efeito realmente mobilizador, um pouco como teve no caso das primeiras edições do FSM na América Latina.
Pierre Beaudet
Agir no epicentro da crise

Há vários anos no Magreb e no Mashrek [1] os movimentos populares estão em marcha para elaborar novas estratégias. Sob a ameaça constante de regimes de ditaduras corrompidas ou pseudo-democracias (as “democraturas”, como as nomeou justamente o saudoso Abraham Serfati), esses movimentos também sofrem ataques das correntes reacionárias, que agem sob o manto da religião. Como nos lembraram os camaradas marroquinos, tunisianos, egípcios, cada situação é singular, caracterizada por configurações políticas, sociais, culturais, específicas. As contribuições de Kamal Labhib, de Gustave Massiah e de Samir Amin, notadamente, tem nos permitido compreender melhor a complexidade e os desafios que isso comporta para os movimentos populares num processo de longa duração.

É necessária uma intervenção

Enquanto isso, para as organizações sociais do mundo inteiro, a prioridade é resistir às diversas ofensivas imperialistas que visam reassegurar essa parte do mundo com vistas aos objetivos geopolíticos e geoeconômicos dos dominantes. O desmembramento em curso na Líbia, que se junta ao da Palestina, do Iraque, do Afeganistão, do Sudão e de outros países do “arco das crises” se inscreve numa estratégia de “gestão de crise” cujo fim é impedir toda mudança real. Para os partidos que compõem o FSM, tudo isso quer dizer dar atenção a essa situação e se solidarizar, bem como confrontar as classes dominantes nos países em que esses movimentos estão localizados, e enfim apoiar o duro trabalho de construção das redes estabelecidas pelo Fórum Magreb-Mashrek e uma miríade de organizações na região, há alguns anos.

Em função de tudo isso, é permitido esperar que um FSM na Tunísia ou no Cairo em 2013 venha a ter um efeito realmente mobilizador, um pouco como teve no caso das primeiras edições do FSM na América Latina.

Repensar o Processo do Fórum

Há pelo menos três anos que se sabe que há uma discussão em curso para reforçar o processo do FSM. Ao longo de todos os seus dez anos o FSM marcou os avanços do movimento popular, sobretudo na América Latina. Os “avanços” do FSM na Ásia, na África e na Europa também tiveram vários aspectos positivos. No entanto, está claro que a fórmula dos grandes encontros, que permitiram ao movimento popular “visualizar-se” deve ser retomada. Além disso, o último Fórum em Dakar demonstrou a vitalidade de um certo número de inovações. Pensa-se notadamente nos espaços de elaboração estratégica para os movimentos e das redes, que vão além dos diagnósticos da crise e que lançam luz sobre hipóteses estratégicas. Esses passos requerem muita preparação, por meio de pesquisas, de consultas, de diálogos cruzados entre vários movimentos. O processo implica também, além da organização de uma ou de conferências durante o Fórum, um trabalho de longa duração. As organizações e redes que participarão desse processo no próximo período serão as que agregarão valor ao FSM.

Retorno ao local

Por definição, a importância do FSM foi justamente a de tornar visível uma mundialização dos movimentos, via elaboração de uma plataforma de discussões e portanto de problemas comuns. Hoje, se esse objetivo permanece válido em várias partes do mundo, em que o processo do FSM está ainda embrionário, é menos prioritário para vários movimentos, especialmente na América Latina e na Europa, embora seja preciso distinguir as diferenças reais que separam a experiência nos diversos países. Contudo, desenvolve-se uma certa tendência a querer enraizar o Fórum em escalas locais, regionais e até municipais, onde a convergência dos movimentos pode ter um impacto imediato. Esses fóruns locais tem igualmente a vantagem de se focalizarem num certo número de temáticas que correspondem justamente às prioridades locais, o que facilita a tarefa dos movimentos que pretendem ir além no sentido da elaboração de estratégias.

Uma reorganização necessária

O FSM não foi concebido no início como uma “conferência” ou um “acontecimento”, mas como um processo facilitador de acumulação das experiências úteis aos movimentos populares na sua resistência ao neoliberalismo e na elaboração de alternativas. Certo, a importância de organizar grandes encontros era evidente nesse primeiro período, mas não é preciso fazer disso um princípio absoluto. É preciso também considerar os interesses divergentes que se expressam a esse respeito no fórum e que envolvem os movimentos altermundistas, os sindicatos, as ONGS, as redes feministas, os campesinos, os ecologistas, etc. O princípio da pluralidade e dos diálogos cruzados deve permanecer em primeiro plano. Igualmente central é a ideia de que esses diálogos cruzados devam “desembocar”, quer dizer, permitir uma melhor articulação das práticas, à luz de elaborações teóricas e isso, ao se integrar às culturas políticas diversas e às estratégias distintas postas desde o começo pelos movimentos populares.

Repensar os recursos

Ligado a esse debate está o dos recursos. O FSM é a emanação dos movimentos sociais e não um “projeto” proposto a fundações liberais, e menos ainda a estados talvez “acolhedores”, mas cujos objetivos são antinômicos aos dos movimentos. Um FSM que respire e que avance, por exemplo, deve integrar a dimensão ecológica alinhada à gigantesca batalha mundial por Pachamama, o que é contraditório com uma dependência financeira dos que preconizam o “desenvolvimento” por meio das fontes de energia fóssil. Dito isso, é preciso que as organizações sociais tomem as rédeas da organização e do financiamento do Fórum. É em todo caso possível, como demonstraram os camaradas dos Estados Unidos com a organização do Forum dos EUA no último verão em Detroit. Nesse sentido, as proposições do comitê internacional sobre os recursos permitiram identificar várias pistas promissoras para autonomizar o FSM nesse plano.

O FSM dos dez próximos anos

É muito provável que o processo do FSM seja relançado e reforçado em função das pistas oferecidas acima. De uma certa maneira, a liderança deve se renovar e passar a mão a uma nova “geração”. Os brasileiros e outros movimentos latino-americanos, que muito contribuíram sabem que essa “passagem” é necessária, mesmo que suas redes continuem ativas no Fórum, mas sem o mesmo peso e sem desempenharem o papel central que ocuparam nos últimos anos. Essa transição deve ser feita por etapas e ir de par com o desenvolvimento das redes nas diversas regiões. Enquanto isso, as novas iniciativas estão se desenvolvendo um pouco em toda parte para construir, no seio dos movimentos populares novos “intelectuais coletivos”, na tradição de Gramsci e de Bourdieu, de “intelectuais coletivos” enraizados nos movimentos, capazes de desenvolver os saberes inscritos nos movimentos e de produzir elaborações estratégicas que lhes permitam construir verdadeiras ferramentas contra hegemônicas.

Tradução: Katarina Peixoto

fonte: http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=17945&boletim_id=939&componente_id=15226

Altamiro Borges: Blogueiro é assassinado no RN

Altamiro Borges: Blogueiro é assassinado no RN: "Por Rogério Tomaz Jr., no blog Conexão Brasília-Maranhão : Durante o 2º Encontro Nacional de Blogueir@s Progressistas tomei conhecimento d..."

Manipulações sobre a Divisão Pará




Até hoje não tivemos resposta do IPEA acerca do dito "relatório que condena a divisão do Pará", depois um varredura ontem atrás do maldito relatório e sem resposta do IPEA, é possível concluir que termos mais uma cortina de fumaça da imprensa sulista que os tabloides(O liberal e DOL) locais a partir de seus interesses reproduzem todos os dias.

Tais como:

Idesp coordena estudos sobre a divisão do Estado

Terça-Feira, 21/06/2011, 08:11:24

A realização do plebiscito sobre a divisão territorial do Pará motiva o debate dos aspectos socioeconômicos, ambientais, demográficos, institucionais e de novos cenários. Nesse contexto, o Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará (Idesp) coordena os estudos sobre a divisão do Estado para produzir informações, atendendo a uma demanda de Governo. A primeira reunião de trabalho foi realizada ontem.
“Ainda não há um estudo conclusivo que relacione o patrimônio natural do Estado – seja de biodiversidade, hídrico, florestal e mineral – e o que essa dinâmica significa em benefícios para as populações do território dividido, afirma a presidente do Idesp, Adelina Braglia. Os professores Roberto Corrêa e Gilberto Miranda Rocha, da UFPA, e Carlos Augusto da Silva Souza, da Universidade da Amazônia (Unama), foram convidados para a elaboração desse levantamento, considerando o conhecimento técnico e a dedicação científica que têm dado ao tema. O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e a Universidade Federal do Pará (UFPA), que possuem termo de cooperação técnica com o Idesp, integrarão a coordenação do estudo.
Serão levantadas produções científicas sobre o assunto, que irão subsidiar o estudo. Algumas delas já estão disponíveis à consulta pública no site do Idesp – ww.idesp.pa.gov.br, cedidas pelos pesquisadores envolvidos no projeto. O plebiscito será realizado até o final deste ano e permitirá aos paraenses decidirem sobre a criação ou não de dois novos Estados – Tapajós e Carajás.
A divisão territorial e política do Pará já foi pauta da Revista de Estudos Paraenses, publicação Idesp, que em 2008 contemplou artigos de conceituados pesquisadores paraenses na coletânea “A divisão geopolítica e as políticas de integração regional na dinâmica populacional do Pará”.
Não há estimativas de impactos, mas um conjunto de indicadores, reunidos na publicação ”Retrato da Divisão do Estado”, mostra que o Pará ficaria com 56% do Produto Interno Bruto (PIB), Carajás com 33% e Tapajós com 11%. No comportamento da balança comercial, em 2010, no cenário da divisão do Estado, tem-se a distribuição: US$ 9.242 milhões no Carajás, US$ 2.830 milhões no Pará e US$ 596 milhões no Tapajós. (Diário do Pará)

ENADE


Quem vai Fazer

CALOUROS 2011
ALUNOS COM 80% DO CURSO DE CIÊNCIAS SOCIAIS

DADOS PARA A FACULDADE FAZER A INSCRIÇÃO

CPF
RG
Endereço completo
Ano de conclusão do ensino médio

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