Estudo de Defesa e Relações Internacionais - E D R I, busca aprofundar no estado do Conhecimento em Defesa Nacional e Relações Internacionais no debate entre diversas opiniões da área com uma perspectiva teórico-estratégico referenciado no desenvolvimento dos fatos atuais acesse: https://www.facebook.com/groups/defesanaamazonia/.
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quinta-feira, 8 de setembro de 2011
Empresa Júnior de Engenharia Mecânica oferece treinamento de soldagem
Profissionais do ramo da soldagem que buscam requalificação, e pessoas que queiram iniciar na carreira metalúrgica passam a ter uma boa oportunidade para alcançar os seus objetivos. A Amazon Solda – Empresa Júnior de Engenharia Mecânica da Universidade Federal do Pará (UFPA) está com as inscrições abertas para o treinamento de formação de soldadores. As inscrições começaram nesta terça-feira, 6, e podem ser feitas até o próximo sábado, 10. A Empresa oferece, ao todo, 40 vagas, e os treinamentos começam já nesta segunda-feira, 12.
fonte: www.ufpa.br
terça-feira, 6 de setembro de 2011
Clube da Farofa 1
Significado da palavra "farofa" (uma gíria política) - a palavra esta relacionada ao "poxa-saco", "levar vantagem", bajulador oportunista, etc. Porque isso agora, é sabido que já existem vários "FAROFEIROS" pré-candidatos a vereador jogando "FAROFA" no possível pré-candidato do PSOL, Edmílson Rodrigues a prefeitura de Belém....continua...
Juiz vai decidir impasse sobre Frente contra Tapajós
Veja a Programação da UFPA na Feira do Livro
Cinco mil metros quadrados dedicados à leitura, ao conhecimento e à cultura. A XV Feira Pan-Amazônica do Livro acontece de 2 a 11 de setembro, no Hangar Centro de Convenções da Amazônia, com intensa programação, e a Universidade Federal do Pará (UFPA) participa deste grande evento com lançamentos de obras, venda e divulgação de livros, espaços de debates sobre literatura e, ainda, atividades artísticas e homenagem ao escritor Benedito Nunes.
acesse: www.ufpa.br
NAEA - Curso de Especialização "Desenvolvimento Institucional, Gestão Pública, Orçamentária e Financeira": Retificação do edital
Inscrição: Até 13 de setembro de 2011, na Secretaria do Programa de Pós-Graduação Lato Sensu – PPLS, no NAEA (sala 108).
Informações: Para mais infomações sobre a seleção, clique nos links abaixo e acesse, respectivamente, a retificação do edital e o edital original desta seleção.
fone » 3201-7232
site » http://www.ufpa.br
domingo, 4 de setembro de 2011
POR UM PARÁ DESENVOLVIDO, DEMOCRÁTICO E INCLUSIVO - NÃO À DIVISÃO DO ESTADO
- A Comissão Política apresenta para apreciação e aprovação do Pleno do CE a posição partidária de Não à divisão do Estado e a luta pela construção de um Pará desenvolvido, democrático e inclusivo;
- Diferente da grande maioria dos partidos, o PCdoB definirá posição política no plebiscito, não se furtando de apresentar aos paraenses o caminho justo e viável para o Estado;
- Sua posição se norteia por uma visão de classe, do que favorece o povo, a grande maioria dos paraenses, a partir de seus reais interesses, principalmente dos trabalhadores e trabalhadoras;
- Defende esse caminho com base na análise das causas e dos problemas existentes, da realidade concreta; na análise dos interesses colocados e suas argumentações – a quem interessa a divisão ou o Pará inteiro?
- Procura analisar as questões de conjunto – sem negar as particularidades, evita os regionalismos, ufanismos, as xenofobias, a guerra de elites conservadoras e reacionárias que não querem aprofundar nada;
- O tempo é muito curto, e grande parcela da população está desinformada, mas todos precisam participar da discussão e da decisão;
- Papel importante dos movimentos sociais e da sociedade civil organizada nos debates.
1 – Preciso conhecer o objeto do debate – o Pará, suas características, seus potenciais, suas dificuldades, sua importância
. Segundo Estado em extensão territorial, localizado na Amazônia – possivelmente o que mais a represente enquanto experiência de sua relação com o sistema capitalista e a divisão internacional do trabalho;
. O Pará abriga 50% da população da Amazônia (15 milhões), distribuída em todas as regiões, a partir de cidades-pólo (mais de 10 municípios com mais de 100 mil habitantes) – grande maioria da população é urbana;
. Possui uma das maiores províncias minerais do mundo, com grandes projetos mineradores para exportação; destacado exportador de minério de ferro;
. Contribui significativamente para o superávit comercial do país;
. É cortado de norte a sul, de leste a oeste pro grandes rios navegáveis que ligam naturalmente as regiões, com imenso potencial hidroviário;
. Grande potencial hídrico ( grande quantidade de água doce);
. Imenso potencial energético (hidrelétrica de Tucuruí, Belo Monte etc)
. Quarto rebanho de gado do país;
. Grande biodiversidade;
. Possui todos os tipos de relevo, de vegetação, de solos etc.;
. Possui uma rica diversidade cultural com costumes, sotaques, manifestações folclóricas e musicais muitas vezes dentro da mesma região;
. Tem importantes instituições de ensino e pesquisa (UFPA, Universidade Federal do Oeste, UEPA, UNAMA, Museu Emílio Goeldi, Embrapa etc)
. Está interligado por rodovias (Belém-Brasíla, BR-316, BR-222, Transamazônica, Rodovia do Xingu, PA-150 e outras);
Obs.: Quem tem esse potencial de riqueza e de desenvolvimento, distribuído em todo o seu território, no mínimo deveria se achar forte como ente federativo.
NO ENTANTO....
. Sintomaticamente soma apenas 1,4% no PIB nacional;
. É praticamente desindustrializado – com baixíssima agregação de riquezas;
. Pouca infraestrutura (principalmente voltada para o desenvolvimento regional);
. Riqueza e renda altamente concentradas;
. Alto desemprego e salários baixos;
. Presença insuficiente do poder público e de políticas públicas (grande demanda social);
. Baixo índice de desenvolvimento humano – IDH;
. Possui aproximadamente 105 dos miseráveis do país (1,4 milhão);
. Estado com pouca arrecadação, sem capacidade de maior investimento;
2 – QUAIS AS CAUSAS?
- Ausência de um desenvolvimento nacional com uma justa integração regional
. Não há desenvolvimento estadual isolado do desenvolvimento nacional;
. O desenvolvimento do capitalismo no Brasil foi altamente concentrado na região sudeste/sul;
. O país apesar dos avanços continua o grande exportador de matéria- prima e semi-elaborados;
. Regiões ficaram ou estão ainda dependentes do sudeste/sul
- A Amazônia, em particular o Pará foram postos no papel de almoxarifado ou reserva de riquezas de acordo com as demandas do sistema capitalista no mundo e no Brasil
. Sua história de ocupação e modelo de desenvolvimento seguiu a lógica do extrativismo vegetal e mineral para exportação com base em grandes projetos: borracha, minérios, madeira; a lógica do agronegócio com base no latifúndio: gado, soja, dendê etc;
. A pouca infra-estrutura existente é voltada para esse modelo – hidrelétrica (albrás/Alunorte), ferrovia (Vale s/a), Eclusas(grandes transportes de carga);
Obs.: A incipiente e frágil industrialização foi atropelada pelos produtos vindos do sudeste/sul (falência de empresas locais como a Atinco); a região bragantina produtora de alimentos foi abandonada à própria sorte (Pará é grande importador de alimentos)
. Desoneração de impostos para matérias-prima e insumos para exportação (Lei Kandir)
. Maioria da energia de Tucuruí é exportada com cobrança do ICMS no destino;
- Ausência de um projeto de desenvolvimento com inclusão social;
- Conivência, cooptação, beneficiamento e acomodação das velhas e novas elites governantes que representam bases sociais exploradoras, dilapidadoras, e não estão nem aí para os problemas do povo;
Obs.: A primeira experiência de governo de esquerda e das forças populares deu sinalizações de novos caminhos, mas infelizmente naufragou pela ausência de projeto, insuficiência política e incapacidade de gestão;
3. As Lideranças das forças separatistas
- Tomam como causas os efeitos nefastos da política de rapina;
. Ausência e pouca presença do Estado (distância)
. Ausência ou poucas políticas públicas
- Não criticam a concepção e o modelo político-sócio-econômico causadores dos problemas, pelo contrário contribuem para aprofundá-los;
- Possuem interesses de classe – são ou representam a base social do latifúndio, dos grandes projetos extrativistas de exportação, do agronegócio etc;
- No pensamento e na prática não elas desenvolvem a agregação de riquezas, a verticalização com maior geração de empregos com distribuição de renda;
As forças separatistas se compõem de dois interesses distintos:
a) Das elites – Que almejam o poder da política para ampliar, consolidar, controlar diretamente os domínios materiais da região a seu favor;
b) Das massas – Que querem soluções para seus problemas sócio-econômicos;
Obs.: Para os primeiros a divisão do Estado é a grande solução. Nesse sentido é vendida como panacéia de todos os males (sem espírito crítico ou autocrítico)
4 – Quais os grandes interesses?
- Das grandes mineradoras (VALE, MRN-Mineração Rio Norte etc)
. Todas as duas regiões separatistas têm grandes províncias minerais (paraíso das mineradoras)
. A VALE aumentará seu poder de domínio, de pressão, de cooptação – pequenas compensações:
. Possível refluxo na construção de parques siderúrgicos para verticalizar a economia;
. Interesse das Mineradoras é exportar matéria prima e não competir com seus clientes;
Obs.: Peso das mineradoras –separação do Amapá do Pará.
. Executivo, Legislativo e Judiciário enquanto representação direta dos interesses dos grandes projetos, do agronegócio, do latifúndio.
5 – Argumentações e Justificativas
- A região não se desenvolve, sofre privação e está abandonada porque Belém e adjacências vivem bem à custa das outras regiões
. Discurso eleitoreiro – mote para ganhar eleições durante anos;
. É falacioso, pois embora parta de uma situação de dificuldades, esconde que os problemas estão em todo o Estado;
. Discurso que pega, principalmente na região sul/sudeste porque a maioria do povo não conhece a realidade do Estado: Marajó, transamazônica, trechos da região metropolitana tem baixíssimos IDH – surto de malária no Baixo-Tocantins e Marajó
- Necessidade de um novo estado pela pouca ou ausente presença do poder público e de políticas públicas;
. Desconsidera que há um déficit de demandas sociais e econômicas em todo o Estado, principalmente pela pouca capacidade de investimento de um Estado sucateado, pelas dificuldades do governo federal nas questões sociais, e pelo descompromisso das lideranças com os problemas do povo;
. Desconsidera certos dados:
Pará “remanescente”-
65% da população – 58% dos postos de saúde/ 60,07% das Escolas de Ensino Fundamental/ 66,42 das Escolas de Ensino Médio;
Carajás –
20% da população – 22% dos postos de saúde/ 17,09% das Escolas de Ensino Fundamental/ 19,39% das Escolas de Ensino Médio;
Tapajós –
15% da população – 20% dos postos de saúde/ 22,87% das Escolas de Ensino Fundamental/ 14,18% das Escolas de Ensino Médio;
. Desconsidera: Interiorização da UFPA e da UEPA, Hospitais Regionais, eletrificação no campo (“Luz para Todos”), asfaltamento da rodovia do Xingu e ponte sobre o Rio Fresco, Universidade Federal do Oeste, Universidade do Sul/Sudeste, implantação do parque siderúrgico em Marabá (esforço dos governos Lula e Ana Júlia);
. Desconsidera que mais da metade dos deputados da ALEPA são oriundos das regiões separatistas;
- Proximidade do poder garante desenvolvimento, geração de emprego com distribuição de renda e políticas públicas
. Esquecem que no mínimo duas questões são fundamentais para alcançar isso: vontade política e capacidade de investimento;
. Grandes mazelas estão próximas do Palácio dos Despachos;
. O Estado de alagoas tem muita pobreza e o maior índice de violência de Capital;
. O Estado do Amapá tem poucos municípios e muitas dificuldades;
. O Estado do Tocantins continua bastante dependente da União, especializado em grandes agronegócios com base no latifúndio, mantendo grandes problemas sociais;
. Municípios como Parauapebas, Canaã de Carajás e Barcarena – grandes PIBs e muitas dificuldades;
. O acesso do povo aos poderes constituídos independente das proximidades dos palácios é muito difícil;
. O poder de pressão e a possibilidade de ascensão das forças de esquerda e populares esbarram no baixo nível associativo dos movimentos e nas forças políticas e sociais que se beneficiarão com a divisão:
Pará “remanescente” – PMDB, PSDB, PT
Carajás – PMDB, PSDB, PDT, PT
Tapajós – PMDB, PSDB, PT
- A ampliação de deputados e senadores vai fortalecer a defesa da Amazônia
. A atual bancada já numerosa é pouco eficiente na empreitada;
. A possibilidade de ter mais parlamentares comprometidos com a base social do latifúndio, do agronegócio, dos grandes projetos é grande;
. Possivelmente fortalecerão principalmente as bancadas da reação: ruralistas e religiosos etc.
- Divisão com base na diferença cultural
. Sul/sudeste – Miscelânea (diversas origens), identidade cultural mais consolidada pontualmente em Conceição do Araguaia etc
. Oeste – Embora haja uma cultura tapajônica, não é determinante para a separação, convive com a diversidade cultural do estado
- O Pará “remanescente” ganhará com a divisão pois será desonerado
. Ficará com a maior população e o menor território;
. Ficará com as maiores demandas social;
. Sem condições de expansão sócio-econômica de produção de riquezas;
. O mais baixo PIB per capita
6 – A QUESTÃO CENTRAL
- A inclusão política-sócio-econômica e cultural dos sete milhões e meio de paraenses.
A divisão do Estado não é a solução
a) Três estados enfraquecidos – ainda mais dependentes da União – com muito mais dificuldades de investimentos (multiplicação dos problemas)
. Tapajós gastaria 51% do PIB na máquina pública
. Carajás gastaria 23% do PIB na máquina pública
. Média nacional – 12,72%
Obs.: Não computado os investimentos na criação do Estado (construção de edifícios, implantação de infra-estrutura como aeroportos, rodovias etc
Custo da manutenção – Tapajós 2,2 bilhões/Carajás – 2,9 bilhões
Déficit – 2,16 bilhões
Por que não investir esse dinheiro em infra-estrutura e políticas públicas para todo o Estado?
b) Grandes distorções e incoerências
. Cria um estado com mais da metade do atual território, com o menor PIB, grande para das terras da União e muita dependência
Tapajós –
59% do território
15% da população atual – 1,1 milhão de habitantes
58% morando nas cidades
27 municípios
Densidade demográfica – 1,6 hab/km2
PIB – 11% do atual (R$ 6,4 bilhões) – PIB per capita – R$ 4.779,00
. Deixa o Estado atual com a menor parcela do território e com mais da metade da população atual, privado das riquezas para expansão e desenvolvimento
Pará “remanescente” –
17% do território
65% da população atual – 4,7 milhões de habitantes
70% morando nas cidades
78 municípios
Densidade demográfica – 22,2 hab/km2
PIB – 56% do PIB atual (R$ 32,5 bilhões) – PIB per capita – R$ 3.958,00
. Cria um Estado que congregará grande parcela das riquezas do atual, mas também dependente e refém de grupos poderosos
Carajás –
24% do território
20% da população atual – 1,5 milhão de habitantes
68% morando nas cidades
39 municípios
Densidade demográfica – 5,6 hab/km2
PIB – 33% do PIB atual (R$ 19,5 bilhões) – PIB per capita – R$ 8.763,00
c) Grande parte das elites é defensora e praticante da concepção de rapina, predatória, que não pensam em agregação de riquezas e inclusão social
d) O que haverá de concreto e imediato com a divisão do estado é a acomodação das elites nos espaços estatais que serão construídos
e) Sem perspectiva de médio e longo prazo de inclusão do povo
f) Haverá guerra fiscal entre os novos estados
7 – A defesa da unidade do Estado está no sentido que o mesmo possui de conjunto todas as condições de desenvolver-se e garantir inclusão social para todos os paraenses
. Pelo seu potencial o Pará é mais forte unido na relação com os entes federativos – maior poder de barganha
. Tem força e capacidade de garantir mais rapidamente condições de investimento – Fim da lei Kandir, ICMS da energia, ampliar a arrecadação com a industrialização
. Para isso é necessário romper com a concepção de rapina, de ser um estado mero exportador de matéria-prima e insumos, com grandes agronegócios baseados no latifúndio, sem verticalização da economia;
. Construir um Projeto de desenvolvimento, democrático e inclusivo integrado de forma justa ao desenvolvimento nacional;
. Aproveitar esse momento de mudanças no Brasil;
. Aglutinar as forças políticas em torno desse projeto e ganhar o governo do estado;
. Verticalizar a economia agregando riquezas;
. Desenvolver e aplicar tecnologias apropriadas para a região;
. Primar pela produção que garanta a ampliação de empregos e promova melhor distribuição de renda;
. Fortalecimento da agricultura familiar;
. Regularização fundiária;
. Trabalhar pólos regionais de desenvolvimento;
. Descentralização política e administrativa do Estado
A divisão além de injusta e distorcida vai penalizar ainda mais a maioria do povo
O Pará é mais forte e viável inteiro.
Enviado por E-mail: ericoalbuquerque65@hotmail.com
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
Crise 'hamletiana' sobre filiações deve ser única polêmica no PT
Com petistas unidos em apoio ao governo, polêmica do IV Congresso deve ficar por conta de disputa sobre regras de filiação. Petistas vão decidir se querem ser 'partido de massas', com portas abertas a todos, ou 'partido de quadros', que cobra alguma politização prévia. Despolitização e distância dos movimentos sociais serão denunciados por nova corrente interna.
Fonte: Carta maior - André Barrocal e Maria Inês Nassif
São essas encruzilhadas históricas que geram novos momentos de lutas, contudo, no caso do PT, sua trajetória rumo para ao centro do espectro político brasileiro parece um tendência consolidada desde 1989, mas o centro da questão reside na nova compreensão citada no livro "Controle da Mídia" de Noam Chomsky, que diz que é possível até controlar uma nação com um punhado de quadros, não é a toa que Noam Chomsky aponta essa questão, ela foi praticada por Lênin no início do século 20, agora porque esse rodeio?, simples O PT é dirigido pelo os Homens do "Presidente" e não pela base, aproveite a feira do livro em Belém de 2 a 11/09, para ter acesso ao livro "Controle da Mídia" Noam Chomsky, ou então vão a fonte Lênin.
Calendário do Plebiscito no Pará
Calendário
A primeira data do calendário que consta na Resolução nº 23.343/2011 é o dia 2 de setembro, que marca o dia limite para que integrantes da Assembleia Legislativa do Pará, ou ainda da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, se manifestem sobre o interesse de formar frente para defender uma das correntes de pensamento que serão temas do plebiscito. Essa manifestação deverá ser feita perante o Tribunal Regional Eleitoral do Pará (TRE-PA) e as mesmas frentes devem pedir o registro também ao TRE até o dia 12 de setembro.
O cidadão que pretende participar do plebiscito, mas ainda não pediu seu título de eleitor ou transferiu seu domicílio eleitoral, deve tomar essas providências no cartório eleitoral mais próximo até o dia 11 de setembro, três meses antes do plebiscito.
Propaganda
O calendário autoriza a propaganda sobre o plebiscito a partir do dia 13 de setembro, inclusive na internet e com alto falantes e amplificadores de som. Também a partir desta data as pesquisas de opinião pública relativas ao plebiscito deverão ser registradas no TRE-PA. Já a propaganda gratuita no rádio e na televisão, a ser transmitida apenas para o Estado do Pará, terá início no dia 11 de novembro, 30 dias antes do plebiscito.
No dia 23 de novembro o TSE deverá lacrar todos os programas que serão utilizados nas urnas eletrônicas que receberão o voto dos paraenses.
Três dias antes do plebiscito (dia 8) deverão ser realizadas as últimas reuniões públicas e comícios com o fim de fazer propaganda política bem como a divulgação da propaganda gratuita no rádio e na televisão.
Dia 10 de dezembro é o último dia para fazer propaganda por meio de alto falantes ou amplificadores de som. O prazo termina às 22h. Nesse mesmo horário será encerrada a distribuição de material gráfico e a promoção de caminhadas, carreatas, passeatas pelas cidades divulgando mensagens das frentes.
fonte: http://www.tse.gov.br/sadAdmAgencia/noticiaSearch.do?acao=get&id=1394531
CRE do SENADO: Documentos secretos: a discussão promete ser longa
Ainda deverá demorar a chegar o momento em que a sociedade brasileira terá acesso às informações públicas contidas em documentos que hoje são considerados secretos. A discussão sobre o projeto de lei de acesso a informações públicas, está longe do fim. Na quarta-feira (31), os senadores Sérgio Souza (PMDB-PR) e Marcelo Crivella (PRTB-RJ), apresentaram na Comissão de Relações Exteriores 16 emendas ao PL 41/2010 (clique aqui para conhecer as emendas). A intenção é iniciar a análise do projeto e das emendas na próxima quinta-feira (8), depois do feriado de Sete de Setembro. Mas será apenas o começo da tramitação no Senado. Na avaliação do senador Sérgio Souza (PMDB-PR), autor de algumas das emendas, é possível que o projeto receba cerca de cem emendas até o final da sua análise, retrato de como a discussão é polêmica.
fonte: http://congressoemfoco.uol.com.br/noticias/manchetes-anteriores/documentos-secretos-a-discussao-promete-ser-longa/
:Inscrições para o Processo Seletivo Especial 4 vão até o dia
ontinuam abertas, até 8 de setembro, as inscrições para o Processo Seletivo Especial 4 (PSE-4) da Universidade Federal do Pará (UFPA). O concurso oferece 295 vagas nas Graduações em Ciências Naturais, Matemática, História, Letras Língua Portuguesa e Pedagogia, nos municípios de Baião, Limoeiro do Ajuru, Oeiras do Pará e Tomé-Açu. A inscrição custa R$ 50,00 reais, e o prazo para o pedido de isenções encerrou no dia 26 de agosto. O edital do PSE-4 está disponível na página do Centro de Processos Seletivos (Ceps).
Fonte: www.ufpa.br
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
Seca de 2010 na Amazônia foi a mais drástica já registrada
A partir da análise de uma série histórica de dados de pluviosidade na região da bacia amazônica, com medições desde 1902, cientistas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) concluíram que a seca de 2010 foi a mais drástica já registrada, superando a de 2005, até então considerada a maior do século. O estudo foi recentemente publicado em artigo na revista Geophysical Research Letters. Quarta-feira, 24 de Agosto de 2011
Fonte: http://www.inpe.br/noticias/noticia.php?Cod_Noticia=2639
Entrevista com prof. Brandão sobre a divisão do estado do Pará
fonte: http://www.zedudu.com.br/?cat=42
Aprovados Projetos na área esporte para a UFPA
Projetos "Esporte na Universidade" e "Jogos internos da UFPA", movimentarão a comunidade acadêmica em todos os compus da Capital e nos campis do interior da UFPA. Dia 13 de setembro será feita a divulgação numa coletiva a impressa.
fonte: http://www.esporte.gov.br/arquivos/leiIncentivoEsporte/reunioes/reuniaoOrdinaria3703052011.pdf
terça-feira, 30 de agosto de 2011
Petrobrás não comenta descoberta de petróleo no Pará,do outro lado, o silêncio é ouro para o JATENE
O poço Harpia foi perfurado no primeiro semestre deste ano pela Petrobras em frente a Salinópolis, em águas em profundidades superiores a cinco mil metros, autoridade do Estado comenta: que já se sabe da existência de petróleo na costa paraense.
fonte: DOL, pag A10, 30/08/11
Ora qual o impacto político da viabilidade econômica do poço descoberto para a sociedade paraense? e no processo do plebiscito? Será que estão guardando a divulgação para depois do Plebiscito? Enquanto isso o "SILÊNCIO" da o tom no governo do JATENE, que até agora não tem projeto para Estado "GRANDE" ou "PEQUENO", "Um governo bombeiro só serve para apagar as crises que aparecem e aparecerão....
"SICURC AIV" para os Discentes da UFPA - 30 de Agosto de 2011
Como podemos ver a "lotação pública" enfrentada pelos discentes da UFPA no início do 3º semestre tornou-se rotina, será que os universitários não se revoltam por causa de situação?, cadê o DCE?(entidade representativa dos discentes, "A palha esta seca na pradaria, mas cadê a faísca?", será que acomodação é mais forte que a revolta contra as mazelas dos órgãos públicos e sua autoridades.
"Até quando espera, até me ajoelhar esperando ajuda de DEUS" - PLEBE RUDE
ESCOLA DE APLICAÇÃO - Seleção para professor substituto
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
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